segunda-feira, 6 de abril de 2020

Secretário de Estado do Vaticano espera que igrejas reabram o mais breve possível

O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, disse em 2 de abril que espera que as igrejas fechadas devido à crise do coronavírus COVID-19 reabram o “mais breve possível”.
Em uma entrevista publicada em 2 de abril no Vatican News, o Cardeal Parolin também disse que estava preocupado com as notícias de católicos que morriam sem o sacramento da Unção dos Enfermos e expressou sua preocupação com o impacto da doença nos países pobres.
“A suspensão das celebrações fez-se necessária para evitar aglomerações. Mas em quase todas as cidades as igrejas permanecem abertas e eu espero que sejam reabertas o mais breve possível aquelas que foram fechadas: ali está a presença de Jesus Eucaristia, os sacerdotes continuam a rezar e celebrar a Santa Missa pelos fiéis impossibilitados de ali participar. É belo pensar que a porta da casa de Deus permanece aberta, como estão abertas as portas de nossas casas, ainda que somos fortemente convidados a não sair, a não ser por motivos de força maior”, disse o Purpurado.
Da mesma forma, reconheceu o sofrimento dos católicos que atualmente estão privados dos sacramentos por cumprir a quarentena. "Compartilho sua dor, mas ao mesmo tempo gostaria de recordar, por exemplo, da possibilidade da comunhão espiritual", expressou.
“O Papa Francisco, ademais, por meio da Penitenciária Apostólica, concedeu o dom de especiais indulgências aos fiéis, não somente aos afetados pelo Covid-19, mas também aos profissionais de saúde, aos familiares e a todos aqueles que, de diversas maneiras, também com a oração, cuidam deles", afirmou.
O Secretário de Estado pediu para “rezar com a Palavra de Deus; Ler, contemplar acolher a Palavra que vem", porque "Deus preencheu com sua Palavra o vazio que nos assusta nessas horas".

“Em Jesus, Deus se comunicou, Palavra plena e definitiva. Não devemos simplesmente preencher o tempo, mas nos encher com a Palavra", acrescentou.
Por outro lado, o Cardeal disse que estava preocupado com as histórias de católicos morrendo sozinhos sem o consolo dos sacramentos.
“É uma das consequências da epidemia que, em certo sentido, me abala. Eu li e ouvi histórias dramáticas e comoventes. Quando, infelizmente, não é possível a presença do sacerdote ao lado de alguém que está à beira da morte, todo batizado e toda batizada podem rezar e levar consolo, em virtude do sacerdócio comum recebido com o Sacramento do Batismo", disse.
"É belo e evangélico imaginar neste momento difícil que, de alguma forma ou outra, também as mãos dos médicos, dos enfermeiros, dos agentes de saúde, que a cada dia consolam, curam ou acompanham estes doentes no último momento de vida, tornam-se as mãos e as palavras de todos nós, da Igreja, da família que abençoa, saúda, perdoa e consola. É o carinho de Deus que cura e dá vida, também a eterna", continuou.
O Cardeal Parolin disse que estava especialmente preocupado com a forma como o coronavírus afetaria os países em desenvolvimento.
"Infelizmente, estamos diante de uma pandemia e o contágio se propaga como fogo. Por um lado, vemos quantos esforços extraordinários têm realizado os países desenvolvidos, com não poucos sacrifícios em nível da vida cotidiana de famílias e da economia nacional, para enfrentar com eficácia a crise sanitária e debelar a difusão do vírus", comentou.
Por outro lado, confessou “que me preocupa ainda mais a situação nos países menos desenvolvidos", onde "as estruturas de saúde não serão capazes de assegurar os cuidados necessários e adequados para a população".
“Por vocação, a Santa Sé procura ter o mundo inteiro como horizonte, procura não esquecer quem está mais longe, quem mais sofre, quem talvez tenha dificuldade para receber os refletores da mídia internacional. Há realmente necessidade de rezar e de nos empenharmos, todos, para que nunca falte a solidariedade internacional. Apesar da emergência, apesar do medo, é o momento de não nos fecharmos em nós mesmos", lembrou.
O Cardeal confirmou que atualmente há sete casos de coronavírus entre os funcionários do Vaticano. Todos eles passaram pela fase crítica e agora estão melhorando, assegurou.
Afirmou também que o Papa estava procurando novas maneiras de alcançar pessoas que sofrem em todo o mundo.
“O Santo Padre Francisco está buscando todos os modos possíveis para estar próximo das pessoas, no mundo inteiro. Para ele, o contato com pessoas sempre foi fundamental e, mesmo se de modo novo e inédito, pretende mantê-lo", confessou.
“A transmissão ao vivo diária da Santa Missa na Casa Santa Marta é um sinal concreto disso. A oração constante pelas vítimas, seus familiares, os funcionários da saúde, os voluntários, os sacerdotes, os trabalhadores, as famílias é outro sinal concreto. Todos nós colaboradores buscamos ajudá-lo a manter os contatos com as Igrejas de todos os países do mundo”, acrescentou.
Finalmente, o Cardeal Parolin explicou que as autoridades do Vaticano visam garantir que o maior número possível de pessoas possam acompanhar as liturgias do Tríduo Pascal enquanto estejam confinadas em seus lares.
“Estudamos modalidades diferentes daquelas tradicionais. De fato, não será possível acolher os peregrinos como sempre aconteceu. No pleno cumprimento das regras de precaução para evitar o contágio, buscaremos celebrar os grandes ritos do Tríduo Pascal, de forma a acompanhar todos aqueles que infelizmente não poderão ir às igrejas”, concluiu.
Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.




quinta-feira, 2 de abril de 2020

Estas são as três dimensões da vida cristã, segundo o Papa Francisco

O Papa Francisco assinalou, nesta quinta-feira, 2 de abril, durante a Missa celebrada na Casa Santa Marta, quais são as três dimensões da vida de fé, da vida cristã: "a eleição, a promessa e a aliança".

O Pontífice lembrou que o Senhor "sempre se recordou da sua aliança", porque "o Senhor não se esquece, jamais esquece".

O Pontífice especificou que Ele esquece somente “quando perdoa os pecados. Após ter perdoado perde a memória, não recorda os pecados. Nos outros casos, Deus não esquece. A sua fidelidade é memória. A sua fidelidade com o seu povo. A sua fidelidade com Abraão é memória das promessas que tinha feito".

"Deus elegeu Abraão para fazer um caminho. Abraão é um eleito, era um eleito. Deus o elegeu. Depois, naquela eleição prometeu-lhe uma herança" e, em seguida, estabeleceu “a aliança. Uma aliança que lhe faz enxergar longe a sua fecundidade: tu serás pai de uma multidão de nações”.

Do mesmo modo que Abraão foi escolhido por Deus, "cada um de nós é um eleito, ninguém escolhe ser cristão em meio a todas as possibilidades que o ‘mercado’ religioso lhe oferece, é um eleito. Nós somos cristãos porque fomos eleitos. Nesta eleição há uma promessa, há uma promessa de esperança, o sinal é a fecundidade”.

“O cristão é cristão não porque pode mostrar a fé do batismo: a fé de batismo é um papel. Você é cristão se diz sim à eleição que Deus lhe fez, se vai atrás das promessas que o Senhor lhe fez e se você vive uma aliança com o Senhor: essa é a vida cristã”.

“E a aliança é fidelidade, ser fiel. Fomos eleitos, o Senhor nos fez uma promessa, agora nos pede uma aliança. Uma aliança de fidelidade”.

Por fim, o Papa enfatizou que "os pecados são sempre contra estas três dimensões: não aceitar a eleição e nós “elegere” (eleger) tantos ídolos, tantas coisas que não são de Deus. Não aceitar a esperança na promessa" e "esquecer a aliança, viver sem aliança, como se fôssemos sem aliança".

Evangelho comentado pelo Papa Francisco:

João 8,51-59

Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: 51“Em verdade, em verdade, eu vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. 52Disseram então os judeus: “Agora sabemos que tens um demônio. Abraão morreu e os profetas também, e tu dizes: ‘Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte’. 53Acaso és maior do que nosso pai Abraão, que morreu, como também os profetas? Quem pretendes ser?”

54Jesus respondeu: “Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. 55No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra. 56Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia; ele o viu, e alegrou-se”. 57Os judeus disseram-lhe então: “Nem sequer cinquenta anos tens, e viste Abraão!” 58Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo, antes que Abraão existisse, eu sou”. 59Então eles pegaram em pedras para apedrejar Jesus, mas ele escondeu-se e saiu do Templo.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.
Acidigital 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Na Sexta-feira Santa a Igreja rezará esta oração pelas vítimas do coronavírus

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitiu um decreto que propõe aos bispos diocesanos incluir na oração universal da Celebração da Paixão do Senhor, na Sexta-Feira Santa, uma nova intenção pelos afetados pela pandemia de coronavírus COVID-19.

Portanto, na oração universal, se rezará: “Deus Todo-Poderoso e eterno, amparo em todos os perigos, dirigi o vosso olhar de modo propício para nós que com fé vos suplicamos na tribulação e concedei descanso eterno aos defuntos, alívio aos que choram, saúde aos doentes, paz aos que morrem, força aos que trabalham na saúde, espírito de sabedoria aos governantes, e espírito de aproximação a todos com amor para glorificarmos juntos o vosso santo nome”.

O decreto afirma que "a Celebração da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa tem uma característica particular este ano devido à terrível pandemia que afeta o mundo".

Indica também que, “no dia em que celebramos a paixão e morte redentora de Jesus Cristo na cruz que, como o Cordeiro degolado, carregou sobre si a dor e o pecado do mundo, a Igreja eleva súplicas a Deus Pai Todo-Poderoso por toda a humanidade, particularmente por aqueles que mais sofrem, enquanto espera com fé a alegria da ressurreição de seu Esposo".

Portanto, “esta Congregação, em virtude das faculdades concedidas pelo Sumo Pontífice Francisco, fazendo uso de uma possibilidade e concedida no Missal Romano ao bispo diocesano em uma grave necessidade pública, propõe uma intenção para acrescentar à oração universal da mencionada celebração, para que cheguem até Deus Pai as súplicas daqueles que o invocam em sua tribulação, para que todos sintam em suas adversidades o gozo de sua misericórdia”.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.
acidigital

segunda-feira, 30 de março de 2020

Coronavírus na Itália: 23 dioceses oferecem instalações a necessitados e ao setor de saúde

As dioceses da Itália continuam comprometidas para enfrentar a emergência de coronavírus COVID-19 disponibilizando suas instalações para médicos e/ou enfermeiros, pessoas em quarentena ou pessoas sem-teto.

Sob a iniciativa da Conferência Episcopal Italiana (CEI), até o momento, existem 23 dioceses (em 11 regiões eclesiásticas) que ofereceram mais de 500 vagas para o Dipartimento della Protezione Civile (Departamento de Defesa Civil) e ao Servizio Sanitario Nazionale (SSN ou Serviço Nacional de Saúde).

A CEI informou que as dioceses que disponibilizaram seus locais foram: Tivoli e Palestrina, Altamura-Gravina-Acquaviva delle Fonti, Locri-Gerace, Catanzaro-Squillace, Alba, Savona-Noli, Aversa, Albenga-Imperia, Ugento-Santa Maria di Leuca, Rossano-Cariati, Messina, Gênova, Concordia-Pordenone, Mondovì, Siena e Perugia.

A estas devem ser acrescentadas 18 dioceses (em 8 regiões eclesiásticas), incluindo Città di Castello, Ferrara-Comacchio e Gaeta, que usaram mais de 25 estruturas, com mais de 300 espaços, para receber pessoas em quarentena e/ou que receberam alta dos hospitais.

Finalmente, 21 dioceses (em 10 regiões eclesiásticas) – Cerignola-Ascoli Satriano, Matera-Irsina, Turim, Pesaro, Macerata-Tolentino-Recanati-Cingoli-Treia, Senigallia, Jesi, Fermo, Aversa, Rossano-Cariati, Roma, Molfetta-Ruvo -Giovanizzo-Terlizzi – comunicaram ter disponibilizado quase 300 locais para a recepção adicional de pessoas em situação de rua, além da hospitalidade residencial ordinária que leva em conta as medidas de segurança indicadas pelos decretos do governo.

Algumas dioceses estão prestando atenção especial à população carcerária, principalmente àquelas que se encontram sem alternativas.

Enquanto isso, a Cáritas Italiana lançou a campanha de arrecadação de fundos “Emergenza coronavirus: La concretezza della Caritá”, que durará aproximadamente um mês.

"Nossos esforços são respaldados pelas palavras do Santo Padre no momento extraordinário de oração presidido nesta sexta-feira no átrio da Basílica de São Pedro", disse Dom Stefano Russo, Secretário-Geral da CEI, lembrando todas as pessoas que "exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade".

Publicado originalmente em ACI Stampa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.
Acidigital

domingo, 22 de março de 2020

Bispos brasileiros cancelam Assembleia Geral prevista para abril por causa de coronavírus


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informou que a sua 58ª Assembleia Geral, que estava marcada para 22 a 30 de abril, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus e deverá ser remarcada para o segundo semestre de 2020.

De acordo com informações publicadas no site da CNBB, a presidência da entidade “adotou uma série de medidas para conter a transmissão do novo coronavírus”.

Desse modo, explicou, “em conformidade com o artigo 52 do Estatuto Canônico da Conferência e o artigo 203 do Regimento da Conferência, a presidência tendo ouvido os membros do Conselho Permanente decidiu adiar a realização da 58ª Assembleia Geral da CNBB”.
O secretário-geral da Conferência, Dom Joel Portela Amado, afirmou que a proposta é que a realização da Assembleia ocorra entre 12 e 20 de agosto, dependendo da reversão do atual quadro pandêmico.
Além da Assembleia Geral, a CNBB também informou o cancelamento da reunião marcada para os dias 24 a 26 de março do Conselho Permanente, “órgão eletivo e deliberativo, de orientação e acompanhamento da atuação da Conferência e dos organismos a ela vinculados”.
A presidência da CNBB decidiu também manter fechada a sede da entidade, em Brasília (DF), e os serviços prestados nos outros setores da instituição continuarão sendo feitos via teletrabalho.
“Precisaremos nos manter afastados, por enquanto, como forma de cuidado a nós mesmos e às outras pessoas”, disse Dom Joel Portela Amado.
Acidigital

quinta-feira, 19 de março de 2020

Aos pés do Cristo Redentor, Dom Orani reza pelos países atingidos por coronavírus

Na noite de quarta-feira, 18 de março, a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foi iluminada com as bandeiras dos 150 países afetados pela pandemia do coronavírus, em um momento de oração conduzido pelo Arcebispo local, Cardeal Orani João Tempesta.

Este momento de oração contou também com a presença do reitor do Santuário do Cristo Redentor, Padre Omar Raposo, e da imprensa. Entretanto, não foi aberto ao público, a fim de evitar aglomeração de pessoas e também porque as visitas ao monumento estão suspensas.
Segundo explicou o Cardeal Tempesta, ele recebeu um telefonema do cônsul da Itália solicitando que as cores da bandeira italiana fossem projetadas na imagem do Cristo Redentor, “como solidariedade e orações para com o povo sofrido da Itália”.
Então, em conversa com o reitor do Santuário, Padre Omar Raposo, decidiu-se expandir esse pedido e projetar “no corpo do Redentor as bandeiras de 150 países que sofrem nesse momento com a proliferação desse vírus que tem causado tanta preocupação em tantas pessoas, em tantas regiões, e agora também no nosso país”.
“Ao momento atual de tantas preocupações, tantos desânimos, queremos dizer que estamos aos pés do Redentor pedindo por todas as famílias, por todas as pessoas que passam por esse momento difícil ou que estão em quarentena, alguns que perderam entes queridos, estamos rezando por todos, para que, mesmo no sofrimento, mesmo nas dificuldades, tenham sempre a esperança no amanhã”, declarou o Purpurado.
O Arcebispo assinalou que, “no mundo globalizado de hoje, mas tão dividido, nós vemos como as várias bandeiras das nações projetadas no corpo do Redentor nos falam que podemos ter etnias diferentes, tradições diferentes, religiões diferentes, histórias diferentes, mas somos humanos, temos as mesmas necessidades de fraternidade, ajudarmos uns aos outros”.
Assim, Dom Orani indicou que o monumento do Cristo Redentor, símbolo do Brasil, do Rio de Janeiro e da “tradição de braços abertos para acolher todos”, é um “sinal de Deus que está presente em todas as nações, em todos os continentes”.
“E aqueles que hoje, muitas vezes, estão chorando, estão sofrendo, sintam a consolação que vem do Senhor, sintam através de uma pessoa, de um acontecimento, a presença do amor de Deus em suas vidas”.
Este momento oracional contou ainda com a presença de uma imagem de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro. O Arcebispo recordou que, há 102, a população invocou a intercessão deste santo frente à epidemia de gripe espanhola.
Por isso, pontuou, “junto com São Sebastião, peçamos ao Senhor para que pare essa proliferação, para que cumpramos nossa obrigação de cidadãos e também seja o Senhor a parar tudo isso e a ajudar para que todos nós possamos sonhar com um amanhã melhor”.
Assim, juntos, rezaram a oração pedindo a intercessão de São Sebastião e também o Pai-Nosso.
A seguir, a oração a São Sebastião rezada pelo Cardeal Orani João Tempesta aos pés do Cristo Redentor:
Glorioso Mártir São Sebastião, valoroso padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, vós que derramastes vosso sangue e destes a vossa vida em testemunho da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, alcançai-nos do mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores do nosso verdadeiro inimigo: o pecado, que nos faz viver sem fé, sem esperança e sem caridade. Protegei, com a vossa poderosa intercessão, os filhos desta Terra de Santa Cruz. Livrai-nos de toda epidemia corporal, moral e espiritual. Fazei que se convertam aqueles que, por querer ou sem querer, são instrumentos de infelicidade para os outros. E que o justo persevere na sua fé e propague o amor de Deus, até o triunfo final. São Sebastião, advogado contra as epidemias, a fome e as guerras, rogai por nós sem cessar. Ó glorioso batalhador da Fé, socorrei-nos em nossas fraquezas e necessidades urgentes, rogai por nós junto a De
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segunda-feira, 16 de março de 2020

Missas na Catedral de Campina Grande, dia 15 de março de 2020

Nesse domingo, 29 de março, na Catedral de Nossa Senhora da Conceição situada no centro de Campina Grande, a Pastoral da Comunicação(PASCOM) da Catedral marcou presença na cobertura da missa ao vivo às 10h e registrando através de fotos e videos às missas das 17h e das 19h30. Confira videos e mais fotos em instagram.com/catedralcg e facebook.com/CatedralCG


























segunda-feira, 9 de março de 2020

Missas nesse final de semana na Catedral de Campina Grande(PB)















Nesse final de semana a Pastoral da Comunicação(PASCOM) da Catedral de Campina Grande como sempre registrou as missas através de fotos, videos e transmissão ao vivo. CONFIRA em instagram.com/catedralcg e facebook.com/CatedralCG