quinta-feira, 10 de março de 2011

Dom Jaime: as pessoas estão se importando com os eventos religiosos

 
Foto: Paraibaonline

O bispo da Diocese de Campina Grande, dom Jaime Vieira Rocha, comentou os encontros religiosos realizados na cidade no período do carnaval. 

Ao definir os eventos, o bispo disse que está sendo desenvolvida uma cultura de paz e que muitas pessoas se recolhem para instantes de espiritualidade. 

- Podemos nos referir a esse tempo do carnaval como um processo edificante de uma cultura de paz. Nesses eventos a cidade quase que se recolhe para esses momentos de espiritualidade não só do ponto de vista religioso, mas cultural - acrescentou dom Jaime. 

Ao avaliar os eventos, o bispo disse que as pessoas estão dando mais importância aos encontros realizados na cidade. 

- Vimos como as pessoas estão realmente dando importância. Então a avaliação que nós fazemos é a melhor possível - finalizou o bispo.

Fonte: Paraiba online

sexta-feira, 4 de março de 2011

Campanha da Fraternidade pelas dioceses do Brasil


A Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, que será aberta oficialmente na Quarta-Feira de Cinzas, 9, já começa a ganhar destaque na Igreja no Brasil. Desde o início do ano, várias dioceses fazem encontros de formação para capacitar voluntários para o exigente trabalho de divulgação e compromisso com a Campanha.
Na terça-feira, 1º, a diocese de Guarabira (PB), fez um encontro de formação que reuniu cerca de 70 pessoas, entre padres, religiosos, leigos, representantes de todas as paróquias, pastorais e movimentos. O professor Carlos Antonio Belarmino Alves, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) assessorou o encontro.
A arquidiocese de Goiânia, já convida para a abertura oficial da CF-2011. Será no Aterro Sanitário da capital, na Quarta-Feira de Cinzas, às 9h. “A ideia de realizar a abertura nesse espaço e mostrar à sociedade que atitudes pequenas, mesmo que sejam a longo prazo, são importantes para reverter o quadro de destruição do meio ambiente. Queremos motivar as pessoas para a prática do bem e do respeito para com a criação de Deus”, explica a coordenação da CF arquidiocesana.
O cardeal arcebispo de Salvador, dom Geraldo Majella Agnelo, é o responsável pela abertura da CF na capital baiana. Ele preside no dia 9, às 19h, na catedral Basílica Terreiro de Jesus a missa da Quarta-Feira de Cinzas. Três estratégias serão implantadas na arquidiocese para tornar a CF viva na sociedade.
“O primeiro passo é a mobilização das pessoas, comunidades, igrejas e sociedade como um todo para assumir o protagonismo na construção de alternativas de superação dos problemas ambientais. Na seqüência propor atitudes e comportamentos fundamentados em valores que tenham a vida como referência na relação com o meio ambiente. Por fim, denunciar situações e apontar responsabilidades”, antecipa a arquidiocese.

Fonte: CNBB

Igreja deve dialogar na caridade com outras religiões, diz Papa


''Empenhem-se em fazer o bem para os cristãos e não cristãos'', ressaltou o Papa Bento XVI aos bispos da Filipinas
“Empenhem-se em fazer o bem para os cristãos e não cristãos”, ressaltou o Papa Bento XVI aos bispos das Filipinas, na manhã desta quinta-feira, 3.

Sobre o diálogo inter-religioso, o Bispo de Roma afirmou que ao mesmo tempo que a Igreja proclama a certeza que Cristo é o caminho, a verdade e a vida, ela respeita tudo aquilo que é bom nas outras religiões.

O Santo Padre recordou, em seu discurso, a declaraçãoNostra Aetate, feita no Concílio do Vaticano de 1965, que trata da relação da igreja católica com as religiões não cristãs. Com a declaração Nostra Aetate, a Igreja é chamada a dialogar com prudência e caridade com os fiéis de outras religiões toda vez que isso é possível. Fazendo assim, afirma Bento XVI, a Igreja trabalha pela compreensão recíproca e pelo progresso do bem da humanidade.

Desta forma, o Pontífice encorajou os bispos filipinos a continuarem promovendo o caminho para a paz autêntica e duradoura, tendo em vista a convivência com cada pessoa que, independente do seu credo, foi criada à imagem de Deus.

Formação religiosa e moral

Em seu discurso, Bento XVI salientou também a importância da formação dos sacerdotes e dos leigos e ainda destacou o empenho da Igreja na busca pelo bem comum e na luta em defesa da família . “A profunda piedade pessoal no vosso povo necessita de ser alimentada e sustentada” por uma compreensão apropriada “dos ensinamentos da Igreja em matéria de fé e de moral”, disse o Papa.

Assim, ele convidou os sacerdotes a voltarem uma atenção especial para a família, sobretudo aos pais como primeiros educadores da fé dos próprios filhos. “Este trabalho já é evidente no vosso apoio às famílias diante das influências que querem limitar ou destruir seus direitos e sua integridade”, salientou o Santo Padre.

Bento XVI destacou ainda que a formação dos sacerdotes é um dos deveres mais importantes dos bispos. O Pontífice recordou que, em muitas dioceses filipinas, os sacerdotes são acompanhados na fase de passagem do seminário para as paróquias, e chamou a atenção para que os padres mais anciãos possam ajudá-los no caminho para a vida sacerdotal madura. 

“De acordo com suas promessas solenes de ordenação, recordem aos vossos sacerdotes o seu empenho para com o celibato, com a obediência e com maior atenção ao serviço pastoral”, salientou o Papa.

Segundo o Pontífice, vivendo suas promessas estes homens “tornam-se realmente pais espirituais com a maturidade pessoal e psicológica que crescerá para refletir a paternidade de Deus”.

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 1 de março de 2011

BENTO XVI: “O ABORTO NÃO RESOLVE NADA”


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Papa às mulheres que abortaram: ''Abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera-vos''
O Papa Bento XVI recebeu em audiência os participantes da 17ª  Assembleia Anual da Pontifícia Academia para a Vida na manhã deste sábado, 26, na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano. Os temas dos debates da Academia, que iniciaram no dia 24, foram as consequências do aborto e da utilização de bancos para conservação de cordão umbilical.

"O aborto não resolve nada, mas mata a criança, destrói a mulher e cega a consciência do pai da criança, arruinando, frequentemente, a vida familiar", disse o Pontífice.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Discurso de Bento XVI na Plenária da Academia para a Vida


Bento XVI recordou também a importante função dos médicos em defender do engano as mulheres que pensam encontrar no aborto a solução para os conflitos familiares:

"Tal tarefa, todavia, não diz respeito somente à profissão médica e aos agentes de saúde. É necessário que a sociedade toda se coloque em defesa do direito à vida do concebido e do verdadeiro bem da mulher, que nunca, em nenhuma circunstância, poderá se realizar na escolha do aborto", exclamou.

Quanto às mulheres que já tenham recorrido à prática e que agora experimentam um drama moral e existencial, o Papa salientou que é preciso oferecer apoio psicológico e espiritual para uma recuperação plena. "A solidariedade da comunidade cristã não pode renunciar a esse tipo de corresponsabilidade", disse.

Com relação à temática da síndrome pós-abortiva – o grave desconforto psíquico experimentado frequentemente pelas mulheres que recorrem ao aborto voluntariamente –, o Santo Padre explicou que isso "revela a voz insuprimível da consciência moral e a ferida gravíssima que ela sofre cada vez que a ação humana atraiçoa a inata vocação do ser humano ao bem".

Nessa perspectiva, o Sucessor de Pedro definiu consciência moral como uma prerrogativa não apenas dos cristãos ou dos fiéis, mas como algo que acomuna todo o ser humano e ajuda a discernir objetivamente o bem do mal nas diversas situações da existência, para que o homem possa orientar-se ao bem.

"Na consciência moral, Deus fala a cada um e convida a defender a vida humana em todo momento. Nesse vínculo moral com o Criador está a dignidade profunda da consciência moral e a razão da sua inviolabilidade", indicou.


Cordão umbilical

No que diz respeito à utilização dos bancos de cordão umbilical a título clínico e de pesquisa, o Pontífice recordou que a pesquisa médico-científica "é um valor, e portanto um compromisso, não somente para os pesquisadores, mas para toda a comunidade civil". Daí surge a necessidade de se promoverem pesquisas eticamente válidas e destinadas a promover o bem comum. O Papa citou o caso do emprego de células estaminais provenientes do cordão umbilical como um exemplo:

"Trata-se de aplicações clínicas importantes e de pesquisas promissoras no plano científico, mas que, na sua realização, muito dependem da generosidade na doação do sangue cordonal no momento do parto e da adequação das estruturas, para fomentar a vontade de doação por parte das grávidas".

Quanto ao crescente aumento no número de bancos privados para a conservação do sangue cordonal apenas para uso pessoal, o Bispo de Roma apontou que tal opção, "além de ser privada de uma real superioridade científica com relação à doação cordonal, debilita o genuíno espírito de solidariedade que deve constantemente animar a pesquisa daquele bem comum ao qual, em última análise, a ciência e a pesquisa médica tendem".

Fonte: Canção Nova

O Papa Bento XVI recebeu em audiência os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais. O encontro aconteceu na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano. A Plenária do Conselho acontece em Roma de hoje até quinta-feira, 3, com o tema “Linguagem e Comunicação”. “A cultura digital apresenta novos desafios à nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale de transcendência. Jesus mesmo no anúncio do Reino soube utilizar os elementos da cultura e do ambiente do seu tempo: as ovelhas, os campos, o banquete, as sementes e assim por diante. Hoje, somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ajudar a falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo“, disse. O Papa recordou que, na Mensagem para o Dia das Comunicações deste ano, convidou a refletir sobre o fato de que as novas tecnologias não somente mudam o modo de comunicar, mas operam também uma vasta transformação cultural. “Vai-se desenvolvendo um novo modo de aprender e de pensar, com inéditas oportunidades de estabelecer relações e construir comunhão”, disse. Nessa perspectiva, a linguagem não é apenas usada pelo homem, mas ele próprio, de certo modo, “habita” a linguagem, no sentido de se valer dela para concretizar seus pensamentos, inquietudes, símbolos, gestos e projetos. Daí surge a necessidade de se atentar para as linguagens que se desenvolvem nesse contexto das novas mídias, recordou Bento XVI. O Pontífice lembrou que os riscos existentes no uso dos novos media – perda de interioridade, superficialidade nas relações, fuga, ofuscamento da busca pela verdade – são consequência “de uma incapacidade de viver com plenitude e de maneira autêntica o sentido das inovações”. O ponto de partida das reflexões sobre as linguagens desenvolvidas pelas novas tecnologias é a Revelação – quando Deus comunica suas maravilhas através da linguagem e na experiência real dos homens, até a plena manifestação no Filho Encarnado, Jesus Cristo. “A fé sempre penetra, enriquece, exalta e vivifica a cultura, e essa, por sua vez, faz-se veículo da fé, que oferece a linguagem para se pensar e expressar. É necessário, portanto, que nos tornemos atentos ouvintes das linguagens dos homens de nosso tempo, para estarmos atentos à obra de Deus no mundo”, afirmou. Cultura digital Com relação aos desafios apresentados pela cultura digital, o Santo Padre explicou que não se trata apenas de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas ajudar a encontrar respostas a perguntas como “Quais desafios o pensamento digital coloca à fé e à teologia? Quais demandas e exigências?”. “É exatamente o apelo aos valores espirituais que permitirá promover uma comunicação verdadeiramente humana: para além de todo o fácil entusiasmo ou ceticismo, sabemos que essa é uma respostas ao chamado impresso na nossa natureza de sermos criados à imagem e semelhança do Deus da comunhão. [...] A contribuição dos crentes, portanto, poderá ser a de auxiliar o próprio mundo dos media, abrindo horizontes de sentido e de valores que a cultura digital não é capaz de, sozinha, perceber e representar”, explicou o Bispo de Roma. Além disso, o Sucessor de Pedro recordou que a comunicação atual envolve também uma relação sempre mais estreita e cotidiana entre o homem e as máquinas, como os computadores e telefones celulares, de tal forma que essas plataformas tecnológicas possuem um “vínculo profundo com o espírito” – nas palavras de Bento XVI –, no sentido de terem a vocação de ser colocadas ao serviço do sagrado. Por fim, o Papa recordou o 4º centenário da morte do padre Matteo Ricci, protagonista do anúncio do Evangelho na China na era moderna. Acesse .: NA ÍNTEGRA: Discurso de Bento XVI na Plenária do Conselho das Comunicações Sociais Fonte Canção Nova Imagem Canção Nova


O Papa Bento XVI recebeu em audiência os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais. O encontro aconteceu na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano. A Plenária do Conselho acontece em Roma de hoje até quinta-feira, 3, com o tema “Linguagem e Comunicação”.
“A cultura digital apresenta novos desafios à nossa capacidade de falar e escutar uma linguagem simbólica que fale de transcendência. Jesus mesmo no anúncio do Reino soube utilizar os elementos da cultura e do ambiente do seu tempo: as ovelhas, os campos, o banquete, as sementes e assim por diante. Hoje, somos chamados a descobrir, também na cultura digital, símbolos e metáforas significativas para as pessoas, que possam ajudar a falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo“, disse.
O Papa recordou que, na Mensagem para o Dia das Comunicações deste ano, convidou a refletir sobre o fato de que as novas tecnologias não somente mudam o modo de comunicar, mas operam também uma vasta transformação cultural. “Vai-se desenvolvendo um novo modo de aprender e de pensar, com inéditas oportunidades de estabelecer relações e construir comunhão”, disse.
Nessa perspectiva, a linguagem não é apenas usada pelo homem, mas ele próprio, de certo modo, “habita” a linguagem, no sentido de se valer dela para concretizar seus pensamentos, inquietudes, símbolos, gestos e projetos. Daí surge a necessidade de se atentar para as linguagens que se desenvolvem nesse contexto das novas mídias, recordou Bento XVI.
O Pontífice lembrou que os riscos existentes no uso dos novos media – perda de interioridade, superficialidade nas relações, fuga, ofuscamento da busca pela verdade – são consequência “de uma incapacidade de viver com plenitude e de maneira autêntica o sentido das inovações”. O ponto de partida das reflexões sobre as linguagens desenvolvidas pelas novas tecnologias é a Revelação – quando Deus comunica suas maravilhas através da linguagem e na experiência real dos homens, até a plena manifestação no Filho Encarnado, Jesus Cristo.
“A fé sempre penetra, enriquece, exalta e vivifica a cultura, e essa, por sua vez, faz-se veículo da fé, que oferece a linguagem para se pensar e expressar. É necessário, portanto, que nos tornemos atentos ouvintes das linguagens dos homens de nosso tempo, para estarmos atentos à obra de Deus no mundo”, afirmou.
Cultura digital
Com relação aos desafios apresentados pela cultura digital, o Santo Padre explicou que não se trata apenas de expressar a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas ajudar a encontrar respostas a perguntas como “Quais desafios o pensamento digital coloca à fé e à teologia? Quais demandas e exigências?”.
“É exatamente o apelo aos valores espirituais que permitirá promover uma comunicação verdadeiramente humana: para além de todo o fácil entusiasmo ou ceticismo, sabemos que essa é uma respostas ao chamado impresso na nossa natureza de sermos criados à imagem e semelhança do Deus da comunhão. [...] A contribuição dos crentes, portanto, poderá ser a de auxiliar o próprio mundo dos media, abrindo horizontes de sentido e de valores que a cultura digital não é capaz de, sozinha, perceber e representar”, explicou o Bispo de Roma.
Além disso, o Sucessor de Pedro recordou que a comunicação atual envolve também uma relação sempre mais estreita e cotidiana entre o homem e as máquinas, como os computadores e telefones celulares, de tal forma que essas plataformas tecnológicas possuem um “vínculo profundo com o espírito” – nas palavras de Bento XVI –, no sentido de terem a vocação de ser colocadas ao serviço do sagrado.
Por fim, o Papa recordou o 4º centenário da morte do padre Matteo Ricci, protagonista do anúncio do Evangelho na China na era moderna.
Fonte Canção Nova
Imagem Canção Nova