sexta-feira, 7 de setembro de 2012


CNBB lança, no TSE, campanha "Voto Consciente"


CNBB


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Lançamento da campanha 'Voto Consciente' no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília (DF)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou na manhã desta quinta-feira, 06, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília (DF), a campanha “Voto Consciente”. Estiveram presentes no auditório 2 do TSE a ministra-presidente do Tribunal, Cármen Lúcia Antunes Rocha e o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner.

Produzida em parceria com o Núcleo de Estudos Sociopolíticos (NESP) da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), a campanha Voto Consciente conta com vídeos, spots para rádios e texto com orientações para o voto consciente/cidadão e pelo voto limpo.

“Com esta iniciativa, a CNBB faz valer a tradição de sempre dar sua contribuição nas campanhas eleitorais com orientações aos seus fieis e todos os cidadãos, firmadas na ética e na cidadania à luz do Evangelho. A CNBB sempre se preocupou com o voto consciente e se preocupou também com as pessoas que estão à frente das nossas cidades, estado e municípios, para que pensem o bem comum. Então, poder participar de uma campanha como esta, junto com o TSE, é uma satisfação para a entidade. O nosso objetivo é poder ajudar a eleger, homens e mulheres, que pensem no bem da comunidade, das pessoas e, especialmente, dos mais pobres”, disse Dom Leonardo no ato de lançamento.

A ministra-presidente do TSE também destacou a importância histórica da CNBB na luta pelo voto cidadão. “Gostaria de parabenizar a CNBB, em nome do Tribunal Superior Eleitoral, pois a entidade cumpre um papel histórico no Brasil no sentido de fazer com que a cidadania seja respeitada e que ela se respeite, e para isso é preciso que sua participação seja coerente com que ela espera do outro, que cada um cumpra seu papel. Por isso me sinto muito honrada, representando o TSE, de estar junto com a CNBB nesta caminhada, que é uma caminhada por um Brasil em que cada um assuma a responsabilidade com a sua história e, principalmente, com a história que é de todos”.

Citando a Lei Complementar nº 135/2010, mais conhecida com lei da Ficha Limpa, a ministra destacou sua importância social, e não apenas a questão jurídica em si. “É muito importante que a lei da Ficha Limpa se torne efetiva do ponto de vista social, e não do ponto de vista apenas formal e jurídico. E aí, só cada cidadão pode fazer isso, ou seja, na hora que ele escolhe bem o candidato, sabe quem ele está escolhendo e porque ele está escolhendo, o cidadão se torna coresponsável pela administração da cidade”, ressaltou.

No site da CNBB há um espaço com todo o material produzido pelo NESP e que está à disposição. Acesse www.cnbb.org.br e assista aos vídeos, leia os textos e ouça os spots.

Na quarta-feira, 05, o TSE deu início à segunda fase da campanha Voto Limpo, que desde o dia 21 de agosto está sendo veiculada no rádio e na televisão. O objetivo é conscientizar o eleitor sobre a importância de sua participação nas eleições e evitar a troca de votos por vantagens indevidas.

Canção Nova Notícias

Congresso celebra 20 anos do Catecismo no Brasil e o Ano da Fé

POR: CNBB

Congresso celebra 20 anos do Catecismo no Brasil e o Ano da Fé
Com o objetivo de prestar um serviço à igreja na Brasil, três Comissões Episcopais Pastorais da Conferência nacional dos Bispos do Brasil estão organizando em conjunto um Congresso sobre os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé. O evento será realizado entre os dias 7 e 9 de setembro na Pontifícia Universidade católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba.
O congresso é uma iniciativa da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, e Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação. O evento será assessorado por um grupo expressivo de teólogos e teólogas brasileiros.
O evento ainda contará com a presença do arcebispo secretário da Congregação para Doutrina da Fé, dom Luis Francisco Ladaria, que, junto ao Vaticano, também atua como consultor de dois importantes dicastérios: a Congregação para os Bispos e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
O secretário dará três conferências: O Catecismo da Igreja Católica história, atualidade e perspectivas; Ano da Fé: motivações, proposta e perspectiva; e fará uma última conferência final, onde fará considerações finais. Além de dom Ladaria, outros conferencistas também farão exposições sobre o Catecismo e o Ano da Fé.
As conferencias serão realizadas durante as manhãs, em um auditório da PUC-PR que funcionara como plenário do Congresso. Nas tardes dos dias 07 e 08, haverá quatro blocos temáticos, com duas conferências em cada um e, em seguida, haverá um tempo para intervenções e questionamentos.
O Ano da Fé
Por meio da carta Porta Fidei, o papa Bento XVI proclamou o Ano Da fé para o período de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013. Na data que marca o início do Ano da Fé, comemora-se 50 anos de abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II e 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica. Nessa ocasião estará sendo realizada a 13ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cujo tema é: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.
O Ano da Fé tem por objetivo intensificar a reflexão sobre a fé, sua celebração e testemunho, aumentando a alegria de crer e o compromisso de evangelizar (cf. PF, 9). “É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da Fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica” (PF, 11).
catecismo_da_Igreja_Catlica_1Com o objetivo de prestar um serviço à igreja na Brasil, três Comissões Episcopais Pastorais da Conferência nacional dos Bispos do Brasil estão organizando em conjunto um Congresso sobre os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé. O evento será realizado entre os dias 7 e 9 de setembro na Pontifícia Universidade católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba.
O congresso é uma iniciativa da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, e Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação. O evento será assessorado por um grupo expressivo de teólogos e teólogas brasileiros.
O evento ainda contará com a presença do arcebispo secretário da Congregação para Doutrina da Fé, dom Luis Francisco Ladaria, que, junto ao Vaticano, também atua como consultor de dois importantes dicastérios: a Congregação para os Bispos e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
O secretário dará três conferências: O Catecismo da Igreja Católica história, atualidade e perspectivas; Ano da Fé: motivações, proposta e perspectiva; e fará uma última conferência final, onde fará considerações finais. Além de dom Ladaria, outros conferencistas também farão exposições sobre o Catecismo e o Ano da Fé.
As conferencias serão realizadas durante as manhãs, em um auditório da PUC-PR que funcionara como plenário do Congresso. Nas tardes dos dias 07 e 08, haverá quatro blocos temáticos, com duas conferências em cada um e, em seguida, haverá um tempo para intervenções e questionamentos.
O Ano da Fé
Por meio da carta Porta Fidei, o papa Bento XVI proclamou o Ano Da fé para o período de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013. Na data que marca o início do Ano da Fé, comemora-se 50 anos de abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II e 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica. Nessa ocasião estará sendo realizada a 13ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cujo tema é: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.
O Ano da Fé tem por objetivo intensificar a reflexão sobre a fé, sua celebração e testemunho, aumentando a alegria de crer e o compromisso de evangelizar (cf. PF, 9). “É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da Fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica” (PF, 11).

Situação das emergências de hospitais públicos é discutida na CNBB

POR: CNBB 

Situação das emergências de hospitais públicos é discutida na CNBB
Na tarde do dia 05 de setembro, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu um encontro para tratar da saúde pública. A reunião aconteceu na sede da Conferência, em Brasília (DF), e contou com presença de representantes do Observatório da Saúde do Distrito Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e outras entidades que elaboraram o documento ‘Ação Conjunta de Fiscalização nos Hospitais Públicos do Distrito Federal – Emergências’ de avaliação das emergências dos hospitais públicos do Distrito Federal.
No documento é expresso que para melhorar as condições de atendimento nas emergências dos hospitais públicos, é necessário trabalhar o chamado ‘nível primário de atenção’ ou ‘atenção primária à saúde’. Este nível se caracteriza como a primeira atenção que a população recebe, e compreende-se como ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, ou agravos em doenças pré-existentes. Sendo os responsáveis pelo atendimento deste nível os postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde.
O médico cardiologista, membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) e coordenador do Observatório de Saúde do Distrito Federal, doutor Geniberto Paiva Campos, explica a importância do ‘nível primário de atenção’. “Uma pessoa de determinada comunidade que vai à unidade de saúde de sua região e não encontra o atendimento que necessita, como única alternativa, recorre às emergências dos hospitais públicos”, ilustrou.
A política do ‘nível de atenção primária’ é apresentada como uma estratégia voltada para responder de forma regionalizada, integrando médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e, principalmente, agentes comunitários, à população. Para o coordenador, se todos esses profissionais cuidarem de forma adequada dessa população, “as emergências passarão a ser exatamente aquilo que devem ser, emergências”.
A ideia é humanizar a relação do morador com os profissionais de saúde da comunidade. “Em uma pequena cidade, de 25 mil habitantes, vamos supor, naquela região, as pessoas da saúde passam a interagir efetivamente com a população. O morador vai saber o nome do médico que cuida da família, da enfermeira, da psicóloga, e do mais importante de todos: o agente comunitário de saúde”, exemplificou.
“Se as pessoas não tem acesso à atenção primária elas recorrem aos hospitais, sem a menor necessidade. Na realidade, essas emergências não estão atuando, obrigatoriamente como emergência, e sim como ambulatórios. A atenção primária é esse atendimento comunitário, que ‘desafogaria’ os pronto-socorros dos hospitais”, esclarece o cardiologista.
O tema central da reunião é essa questão das emergências, com o foco na questão básica. Doutor Geniberto ainda afirma que não bastam investimentos em mais equipamentos para a emergência, ou comprar mais macas hospitalares, se não houver a atenção primária. “Trabalhar com o foco nas emergências é trabalhar no efeito, não na causa. Não adianta”, enfatiza.
Para representantes das organizações presentes na reunião, a solução para os pronto-socorros hospitalares, são as ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos, voltadas às suas comunidades.
“As pessoas estão utilizando hospitais de alta complexidade na atenção básica, esse é o ponto. Ou melhora a atenção básica, ou vamos ter sempre os pronto-socorros lotados, pessoas pelos corredores, aquela situação que costumamos ver nas notícias. A atenção primária é basicamente o que vai organizar todo o sistema”, credita o médico.
reuniao_observatorio_da_saudeNa tarde do dia 05 de setembro, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu um encontro para tratar da saúde pública. A reunião aconteceu na sede da Conferência, em Brasília (DF), e contou com presença de representantes do Observatório da Saúde do Distrito Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e outras entidades que elaboraram o documento ‘Ação Conjunta de Fiscalização nos Hospitais Públicos do Distrito Federal – Emergências’ de avaliação das emergências dos hospitais públicos do Distrito Federal.
No documento é expresso que para melhorar as condições de atendimento nas emergências dos hospitais públicos, é necessário trabalhar o chamado ‘nível primário de atenção’ ou ‘atenção primária à saúde’. Este nível se caracteriza como a primeira atenção que a população recebe, e compreende-se como ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, ou agravos em doenças pré-existentes. Sendo os responsáveis pelo atendimento deste nível os postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde.
O médico cardiologista, membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) e coordenador do Observatório de Saúde do Distrito Federal, doutor Geniberto Paiva Campos, explica a importância do ‘nível primário de atenção’. “Uma pessoa de determinada comunidade que vai à unidade de saúde de sua região e não encontra o atendimento que necessita, como única alternativa, recorre às emergências dos hospitais públicos”, ilustrou.
A política do ‘nível de atenção primária’ é apresentada como uma estratégia voltada para responder de forma regionalizada, integrando médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e, principalmente, agentes comunitários, à população. Para o coordenador, se todos esses profissionais cuidarem de forma adequada dessa população, “as emergências passarão a ser exatamente aquilo que devem ser, emergências”.
A ideia é humanizar a relação do morador com os profissionais de saúde da comunidade. “Em uma pequena cidade, de 25 mil habitantes, vamos supor, naquela região, as pessoas da saúde passam a interagir efetivamente com a população. O morador vai saber o nome do médico que cuida da família, da enfermeira, da psicóloga, e do mais importante de todos: o agente comunitário de saúde”, exemplificou.
“Se as pessoas não tem acesso à atenção primária elas recorrem aos hospitais, sem a menor necessidade. Na realidade, essas emergências não estão atuando, obrigatoriamente como emergência, e sim como ambulatórios. A atenção primária é esse atendimento comunitário, que ‘desafogaria’ os pronto-socorros dos hospitais”, esclarece o cardiologista.
O tema central da reunião é essa questão das emergências, com o foco na questão básica. Doutor Geniberto ainda afirma que não bastam investimentos em mais equipamentos para a emergência, ou comprar mais macas hospitalares, se não houver a atenção primária. “Trabalhar com o foco nas emergências é trabalhar no efeito, não na causa. Não adianta”, enfatiza.
Para representantes das organizações presentes na reunião, a solução para os pronto-socorros hospitalares, são as ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos, voltadas às suas comunidades.
“As pessoas estão utilizando hospitais de alta complexidade na atenção básica, esse é o ponto. Ou melhora a atenção básica, ou vamos ter sempre os pronto-socorros lotados, pessoas pelos corredores, aquela situação que costumamos ver nas notícias. A atenção primária é basicamente o que vai organizar todo o sistema”, credita o médico.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Carta do Administrador Diocesano

Caríssimos irmãos e irmãs, no último dia 3 de agosto, recebi a correspondência oficial da Nunciatura Apostólica comunicando a nomeação do nosso tão esperado Bispo Diocesano. A expressão de alegria e, ao mesmo tempo, de expectativa tomaram conta do meu coração antes de abrir o envelope. Alegria porque, no meu íntimo, imaginava já ser a nomeação do Bispo e expectativa de saber quem seria e como iria anunciar à Igreja Diocesana. Uma experiência honrosa, única e feliz que aconteceu no dia 8 de agosto de 2012, às 8h, quando me dirigi à Rádio Caturité para anunciar o nome de Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Para quem não sabe, esse comunicado do Santo Padre Bento XVI, referente à nomeação de um Bispo, é feito antecipadamente através da Nunciatura Apostólica no Brasil, ao Bispo nomeado, ao Administrador Diocesano, aos Bispos do Regional Nordeste 2 e aos Cardeais do Brasil, com a incumbência de guardar o Segredo Pontifício até que seja publicado oficialmente em Roma.

   Após o anúncio no dia indicado, cumpridos os protocolos, convidei alguns padres, colaboradores próximos, para irmos a Caicó-RN prestar nossa primeira homenagem e acolhimento em nome do Clero e de todos os diocesanos. Foi uma visita cordial, Dom Delson nos acolheu com muita presteza e, na sua simplicidade, nos transmitiu a imagem de um Pastor acolhedor, aberto ao diálogo e ao zelo pastoral, características fundamentais no exercício do múnus episcopal. E assim, agendamos para o dia 29 de setembro de 2012, às 16h, a posse canônica em nossa Diocese de Campina Grande que estará reunida para receber seu sétimo Bispo.

   A chegada de um Bispo numa Diocese é sempre um momento novo de exultação e alegria. Sabemos que sempre se renovam as esperanças e se dá continuidade aos trabalhos que vinham sendo desenvolvidos. E aqui, de modo muito oportuno, lembro como a Diocese vibrou com a chegada de outros Bispos anteriores, cito em particular Dom Jaime Vieira Rocha que teve uma inesquecível celebração de acolhida. Aliás, o seu episcopado, com o qual colaborei como seu vigário geral, foi o de um exímio pastor, solícito no amor e em ações de justiça, muito benevolente. A todos os Bispos antecessores, nossa gratidão!

   Nosso Clero, Paróquias, Religiosos e Religiosas, Agentes Pastorais e fiéis estão felizes com essa escolha e rezam para que possamos juntos ter grandes iniciativas para o bem da missão evangelizadora. Dentro em breve, estaremos reunidos na Catedral de Nossa Senhora da Conceição com a presença do nosso novo Pastor, que de “todo coração” vem ao encontro desta Igreja Particular. A Dom Delson, agradecemos profundamente pelo sim dado à esta missão apostólica.

   Bendito aquele que vem em nome do Senhor! O Bispo é um enviado por Deus para apascentar o rebanho, vem não em seu nome próprio, mas em nome d’Aquele que o enviou. Daí que, a recepção de um Bispo está confirmada pela sucessão Apostólica, dada pelo próprio Cristo e firmada pela Tradição da Igreja, na qual se manifesta o mandato do Senhor: “Ide e fazei que todas as nações se tornem meus discípulos, batizando-as e ensinando-as a observar tudo o que vos ordenei” (Mt. 28,19-20). Esse mandato do Senhor reveste-se de um significado mais profundo em virtude do Lema Episcopal de Dom Delson ser “Ide aos meus irmãos”.

   Desse modo, a nossa Igreja, como uma noiva à espera do seu noivo em dia de núpcias, estará toda jubilosa para celebrar pedindo a intercessão da Virgem Maria na esperança de que, unidos ao nosso Bispo, sejamos um sinal da verdadeira comunidade de fé e amor. Todo o rito e os elementos que compõem essa celebração manifestam a unidade da Igreja, bem como a sua diversidade, por isso, essa posse realiza-se na Igreja Catedral, símbolo da unidade diocesana onde está a sede da presidência, cátedra ou cadeira, da qual o Bispo presidirá como guia e mestre, o seu povo.

   Esta solenidade é rica em sua ritualidade e simbolismo litúrgico, teológico e espiritual. Não se trata de um mero cumprimento do protocolo canônico, apesar de obrigatório, mas de uma antiquíssima riqueza eclesial que vai sendo desdobrada em gestos tão belos que dão prazer de estar presente. O primeiro momento é a recepção do Bispo na porta da Catedral que receberá o crucifixo, beija-o em sinal de respeito e reverência; entrará aspergindo e abençoando os presentes; fará uma oração silenciosa na Capela do Santíssimo Sacramento; receberá o báculo pastoral das mãos do Arcebispo Metropolitano ou outro designado para esta tarefa e será feita a leitura das Letras Apostólicas (Bula de nomeação do Papa Bento XVI). Depois, todo o Clero acolherá com o abraço fraterno seu novo Pastor e segue-se a missa normalmente.

   Portanto, esperamos que a chegada do nosso Bispo, seja um momento fecundo para a nossa Igreja Diocesana, levando o rebanho sentir-se cada vez mais motivado a continuar seguindo Jesus, nosso Senhor e Bom Pastor. E que Dom Delson possa, sob à  Luz do Espírito e à égide da sua excelsa Padroeira Nossa Senhora da Conceição, reger esta nossa Igreja de Deus que está em Campina Grande, em nome do Pai, de quem o bispo é a imagem entre os fieis; em nome do Filho, cuja missão de mestre, sacerdote e pastor ele exerce; e em nome do Espírito Santo que dá vida e força à Igreja de Cristo, e a fortalece em sua fraqueza.  Seja bem-vindo Dom Delson, pode contar conosco, seus diocesanos. Assim seja.


Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes
Administrador Diocesano

Fonte: http://pemarcio.blogspot.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Dom Guilherme fará lançamento do Grito dos Excluídos

POR: CNBB / REGIONAL SUL 1

Grito2012editadoLideranças dos movimentos sociais realizam em São Paulo na tarde desta quinta-feira, 30 de agosto, entrevista coletiva para o lançamento da 18ª edição do Grito dos Excluídos. Também participa da coletiva o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz da CNBB, dom Guilherme Werlang.

A coletiva, marcada para as 14h30, será na sede do Regional Sul 1 da CNBB Sul I, na capital paulista. O tema desta edição do Grito dos Excluídos será “Queremos um Estado a serviço da nação, que garanta direitos a toda população”. Trata-se de um evento nacional, que de 1° a 7 de setembro promover diversas ações, seminários e manifestações em todo o país, a fim de apontar as características principais do Estado que almejamos para o Brasil.

Entre as lideranças presentes na entrevista está Iury Paulino, do Movimento dos Atingidos por Barragens, que vai abordar a questão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.  Uma das mais polêmicas obras do PAC, a construção está parada por determinação da Justiça. As entidades que promovem o Grito dos Excluídos não aceitam o projeto, visto que elas acarretam desalojamentos forçados e mais injustiças no campo e na cidade.

SERVIÇO:
Data: 30 de agosto de 2012
Horário: 14h30 min.
Local: CNBB REGIONAL SUL I
Endereço: Rua Conselheiro Ramalho, 726 - Bairro Bela Vista, São Paulo.