terça-feira, 29 de setembro de 2015

Consagração da família a São Miguel

Ó grande Arcanjo São Miguel, príncipe e chefe das legiões angélicas, penetradas do sentimento de vossa grandeza, de vossa bondade e vosso poder, em presença da adorável Santíssima Trindade, da Virgem Maria e toda a corte celeste, eu (nome) e minha família vimos hoje nos consagrar a vós. (ou renovar neste dia a nossa consagração)
Queremos vos honrar e invocar fielmente.
Recebei-nos sob vossa especial proteção e dignai-vos desde então vela sobre os nossos interesses espirituais e temporais.

Conservai entre nós a perfeita união do espírito, dos corações e do amor familiar. Defendei-nos contra o ataque inimigo, preservai-nos de todo mal e particularmente da desgraça de ofender a Deus gravemente.
Que por nossos cuidados, devotados e vigilantes cheguemos todos à felicidade eterna. Dignai-vos, grande São Miguel, reunir todos os membros de nossa família. Amém!

Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

CATEDRAL DE CAMPINA GRANDE CELEBRA 20 ANOS DO EJC



Nesse último sábado, 25 de setembro, a Paróquia Catedral de Nossa Senhora da Conceição celebrou os 20 anos do Encontro de Jovens com Cristo (EJC). A solene eucaristia foi marcada por uma soma de emoção, gratidão e simbolismos, tendo em vista os frutos durante as duas décadas.
A Santa Missa foi presidida pelo Pároco Luciano Guedes e concelebrada por Padre Márcio Henrique e Padre Isaías, ambos da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário e com importantes serviços prestados ao EJC.
Em sua homilia, Pe. Márcio destacou o empenho de casais e jovens na consolidação dos encontros, bem como os resultados práticos na experiência de fé da comunidade, “O EJC é uma família que está presente na alegria e na dor, pois enraíza entre seus membros, laços de amor, amizade e fidelidade”, frisou o sacerdote que durante 14 anos foi dirigente espiritual do movimento.
Padre Márcio ainda ressaltou as mudanças pastorais que o EJC provocou na Paróquia, como o surgimento da Missa da juventude, a criação do Ministério de música ‘Restauração’ e ampliação de pastorais, como a ‘Carcerária’ e do ‘Menor’. A pretexto da iluminação bíblica do dia, o pregador salientou as três mensagens expressas na liturgia, “tolerância na convivência com os que pensam diferente de nós, o cuidado com os pequenos e a necessidade de arrancar de nós mesmos, aquilo que nos faz tropeçar”, concluiu.

Ao final da celebração, o Pe. Luciano refletiu acerca dos desafios da evangelização juvenil no mundo contemporâneo. É bem verdade que o jovem cristão vive na encruzilhada entre o sagrado e o profano, o agir santificado e a tentação do mal. Segundo as Diretrizes gerais da ação evangelizadora da igreja no Brasil 2003-2006, “ as mudanças no cenário, velocidade e volume da informação, a rapidez com que a tecnologia mudou o cotidiano, novos códigos e comportamentos” (CNBB, 2007, p. 12). suscitam posturas e métodos eficazes na construção de um vínculo religioso permanente entre os jovens. Na contramão do discurso secular que permeiam a pós-modernidade, o EJC tem marcado posição, com corações e mentes afinados aos valores evangélicos.
Pe. Luciano agradeceu a participação de Pe. Márcio por ter aceito o convite, pela bela memória que fez do EJC, em sua homilia, por todos que fazem e que fizeram parte desta caminhada, por todos os presentes, por àqueles que acompanhavam a Santa Missa pela Rádio Caturité e pela internet através do blog da Pastoral da Comunicação da Catedral: http://pascomcatedralcg.blogspot.com.
A Pastoral da Comunicação esteve na cobertura fazendo fotos, vídeo e transmitindo ao vivo a Celebração Eucarística carregada de emoções.
Parabéns FAMÍLIA EJC!
Texto: Emilson Garcia, Aurea Ramos Araujo (Pascom Catedral

Fotos: Pascom Catedral


sábado, 26 de setembro de 2015

Encontro Mundial das Famílias: Homilia do Papa na Catedral de São Pedro e São Paulo na Filadélfia

Após sua chegada ao aeroporto Internacional da Filadélfia às 9:30h (horário local), o Santo Padre se dirigiu à histórica Catedral de São Pedro e São Paulo para celebrar sua primeira Missa no Encontro Mundial das Famílias. Na sua alocução o Santo Padre recordou o encontro entre Santa Catarina Drexel, uma das grandes santas norte-americanas e o Papa Leão XIII. Na ocasião, falando sobre a Evangelização dos EUA, o sábio Papa perguntou à Santa Catarina: «E tu, que farás?». Esta mesma pergunta o Papa dirigiu aos presentes referindo-se à missão de transmitir a alegria do Evangelho.
Nesta manhã, aprendi algo mais da história desta bela catedral: a história que está por detrás das suas paredes altas e dos seus vitrais. Contudo prefiro olhar a história da Igreja, nesta cidade e neste Estado, como uma história não de construção de muros, mas do seu derrube. Ela fala-nos de gerações e gerações de católicos comprometidos, saindo para as periferias a fim de construir comunidades de culto, de educação, de caridade e de serviço à sociedade inteira.
Uma tal história é visível nos muitos santuários espalhados por esta cidade, nas suas inúmeras paróquias, cujas agulhas e campanários falam da presença de Deus no meio das nossas comunidades. Vemo-la também nos esforços de todos aqueles sacerdotes, religiosos e leigos que, com dedicação, ao longo de dois séculos, trabalharam pelas necessidades espirituais dos pobres, dos imigrantes, dos doentes e dos encarcerados. Vemo-la também nas inúmeras escolas onde consagrados e consagradas ensinaram as crianças a ler e a escrever, a amar a Deus e ao próximo, e a contribuir como bons cidadãos para a vida da sociedade americana. Tudo isto é a herança verdadeira que recebestes e que sois chamados a enriquecer e transmitir.
Muitos de vós conhecem a história de Santa Catarina Drexel, uma das grandes Santas saídas desta Igreja local. Quando ela falou ao Papa Leão XIII da necessidade das missões, o Papa – era um Papa muito sábio! – perguntou-lhe de maneira incisiva: «E tu, que farás?» Aquelas palavras mudaram a vida de Santa Catarina, porque recordaram-lhe que afinal cada cristão recebeu, em virtude do Batismo, uma missão. Cada um de nós deve responder, da melhor forma possível, à chamada do Senhor para construir o seu Corpo, que é a Igreja.
«E tu, que farás?» A partir destas palavras, gostaria de me deter sobre dois aspectos, no contexto da nossa missão especial de transmitir a alegria do Evangelho e edificar a Igreja como sacerdotes, diáconos ou membros de institutos de vida consagrada.
Em primeiro lugar, aquelas palavras – «E tu, que farás?» – foram dirigidas a uma pessoa jovem, uma jovem mulher com ideais elevados, e mudaram a sua vida. Impeliram-na a pensar no trabalho imenso que havia para realizar e a dar-se conta de que também ela era chamada a fazer a sua parte. Quantos jovens, nas nossas paróquias e escolas, têm os mesmos ideais elevados, generosidade de espírito e amor a Cristo e à Igreja! Somos nós capazes de os pôr à prova? Somos capazes de os guiar e ajudar a fazer a sua parte? A encontrar caminhos para poderem partilhar o seu entusiasmo e os seus dons com as nossas comunidades, sobretudo nas obras de misericórdia e de compromisso a favor dos outros? Partilhamos a própria alegria e entusiasmo que temos em servir o Senhor?
Um dos grandes desafios que a Igreja tem pela frente, nesta geração, é promover, em todos os fiéis, o sentido de responsabilidade pessoal pela missão da Igreja e torná-los capazes de cumprirem tal responsabilidade como discípulos missionários, serem fermento do Evangelho no nosso mundo. Isto exige criatividade para se adaptar às situações em mudança, para levar avante a herança do passado, não primariamente mantendo as estruturas e as instituições, que também foram úteis, mas acima de tudo estando disponíveis para as possibilidades que o Espírito abre diante de nós e comunicando a alegria do Evangelho, todos os dias e em todas as estações da vida.
«E tu, que farás?» É significativo que as palavras do Papa já idoso tivessem sido dirigidas a uma mulher leiga. Sabemos que o futuro da Igreja, numa sociedade em rápida mudança, exigirá – e já agora o exige – um compromisso cada vez mais activo por parte dos leigos. A Igreja nos Estados Unidos sempre dedicou um enorme esforço ao trabalho da catequese e da educação. O nosso desafio, hoje, é construir alicerces sólidos e promover um sentido de colaboração e responsabilidade compartilhada, quando programamos o futuro das nossas paróquias e instituições. Isto não significa transcurar a autoridade espiritual que nos foi confiada, mas discernir e usar sabiamente os múltiplos dons que o Espírito concede à Igreja. De forma particular, significa valorizar a contribuição imensa que as mulheres, leigas e consagradas, deram e continuam a oferecer à vida das nossas comunidades.
Queridos irmãos e irmãs, agradeço-vos o modo como cada um de vós respondeu à pergunta de Jesus que inspirou a vossa vocação: «E tu, que farás?» Encorajo a deixar-vos renovar na alegria daquele primeiro encontro com Jesus e tirar daquela alegria uma renovada fidelidade e vigor. Vou estar convosco nestes dias, pedindo-vos para transmitirdes a minha saudação afetuosa a todos aqueles que não puderam estar aqui connosco, especialmente a tantos sacerdotes idosos e pessoas consagradas aqui espiritualmente presentes.
Durante estes dias do Encontro Mundial das Famílias, gostaria de vos pedir para refletirmos de modo particular sobre a qualidade do nosso ministério com as famílias, os casais que se preparam para o matrimônio e os nossos jovens. Tenho conhecimentos do que se faz nas vossas Igrejas locais para dar resposta às suas necessidades e apoiá-los no seu caminho de fé. Peço-vos que rezeis fervorosamente pelas famílias, bem como pelas decisões do próximo Sínodo sobre a família.
Agora, com gratidão por tudo o que recebemos e com confiante certeza em todas as nossas necessidades, voltemo-nos para Maria, nossa Mãe Santíssima. Que Ela, com o seu amor de mãe, interceda pelo crescimento da Igreja, na América, no testemunho profético do poder da cruz do seu Filho para levar alegria, esperança e força ao mundo. Rezo por cada um de vós e peço-vos, por favor, que rezeis por mim.
Fonte: ACIDIGITAL

A resposta de Francisco aos que o chamam de Comunista, Antipapa e questionam se é Católico


No vôo que o levou de Cuba a Washington D.C., o Papa Francisco respondeu aos jornalistas que o acompanhavam o que pensa de quem o acusa de ser um antipapa, comunista e até questionam se ele é católico.
 
Um jornalista perguntou ao Papa o que achava de que alguns meios e setores da sociedade americana chegassem “a perguntar se o Papa é católico” pois se já houve “discussões nas que falavam do Papa comunista, agora estão até mesmo os que falam de um Papa que não é católico”.
 
O Santo Padre deu esta resposta:
 

“Um cardeal amigo me contou uma senhora muito preocupada, muito católica, um pouco rígida, mas boa católica, se aproximou dele e perguntou se era verdade que na Bíblia se falava de um anticristo e ele explicou-lhe. E também no Apocalipse, não? E depois, se era verdade que se falava de um antipapa, que o anticristo, o antipapa. ‘Mas por que me faz esta pregunta?’, perguntou o cardeal. ‘Porque eu estou segura de que o Papa Francisco é o antipapa’. ‘E por que pergunta isto? Por que tem esta idea?’ ‘E, por que ele não usa os sapatos vermelhos, assim, histórico...?’. Os motivos, de pensar por que alguém não usa os sapatos vermelhos. Os motivos de pensar se alguém é comunista ou não é comunista…

Eu estou seguro de que não disse uma só coisa que não tenha estado na doutrina social da Igreja. No outro vôo uma colega me disse que eu havia estendido a mão aos movimentos populares e me perguntou 'mas a Igreja o seguirá?  Eu lhe disse: 'sou eu que sigo a Igreja'. E nisto me parece que não me equivoco.
Acredito que nunca disse uma só coisa que não fosse da doutrina social da Igreja. As coisas podem explicar-se, possivelmente uma explicação deu uma impressão de ser um pouquinho mais esquerdista, mas este seria um erro de explicação. Não, minha doutrina sobre tudo isto, sobre a Laudato Sì’, sobre o imperialismo econômico, tudo isto, é da doutrina social da Igreja. E se for necessário que eu recite o credo, estou disposto a fazê-lo, hein.’”
Sobre esta resposta do Pontífice, o Diretor da Sala Stampa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, disse em conferência de imprensa em Washington D.C. que o Papa Francisco “tem seu próprio modo de falar”, mas sempre o faz no marco da tradição católica.
Fonte: ACIDIGITAL
Foto: Alan Holdren/ACI Prensa

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Diocese promove passeio ciclístico em prol da paz


De 26 de setembro a 4 de outubro a Diocese de Campina Grande promove a Semana da Paz. Dentro da programação, acontece o I Pedalada Pela Paz, que acontecerá no próximo domingo, dia 27. A concentração será na Igreja de São Francisco e a saída será às 8h, com destino ao Instituto São Vicente de Paulo. Na chegada, haverá a bênção dos ciclistas.

A proposta da Pedalada é chamar atenção da sociedade para as relações de respeito e civilidade. “Será um momento de convivência, todos com o mesmo objetivo, se divertindo e curtindo um momento como que em família. Esse é o sentimento que queremos levar às pessoas, que todos se tratem e se cuidem como irmãos. Um desconhecido é também o seu irmão. Esse é um caminho para a pacificação nas relações humanas”, justifica Dom Manoel Delson, bispo de Campina Grande.

Para participar da pedalada, basta comparecer com sua bike. É pedido que vista branco ou adquira a camisa Somos da Paz, à venda nas secretarias paroquiais de Campina Grande e na Cúria Diocesana (Por trás da Catedral). A camisa custa R$ 15,00.

Além da Pedalada, a Semana da Paz também terá a Bênção dos Animais e distribuição de mudas de árvores no dia 4, dia de São Francisco, patrono da ecologia e grande mensageiro da paz. Ainda haverá ainda Pit Stop no centro da cidade para adesivagem nos carros, iluminação na cor verde em prédios e espaços públicos, além da Festa de São Francisco, com programação religiosa e cultural, realizada pela paróquia do bairro da Conceição.

CONFIRA TODA A PROGRAMAÇÃO:

SÁBADO – 26 DE SETEMBRO
– 1º PitStop com distribuição de adesivos e bottons para celular, das 9h às 12h no centro da cidade
– À noite, momentos culturais nas Paróquias da cidade com o tema “Somos da Paz”
DOMINGO – 27 DE SETEMBRO (FESTA DE SÃO VICENTE DE PAULO)
– Pedalada “Somos da Paz”. Saída às 8h da Igreja de São Francisco (bairro da Conceição) e chegada no Instituto São Vicente de Paulo. Na chegada, bênção especial aos ciclistas. Vista a camisa do projeto, à venda nas Paróquias e na Cúria Diocesana (Rua Afonso Campos, por trás da Catedral)

SEGUNDA A SEXTA – 28 DE SETEMBRO A 02 DE OUTUBRO
Mobilização nas redes sociais e na mídia. Todos juntos afirmando que #SomosdaPaz

SÁBADO – 03 DE OUTUBRO
– 2º PitStop com distribuição de adesivos e bottons para celular, das 9h às 12h no Centro da cidade

SEGUNDA A SEXTA – 28 DE SETEMBRO A 02 DE OUTUBRO
– Entrevistas nas rádios e TVs e mobilização nas redes sociais #SomosDaPaz

DOMINGO – 04 DE OUTUBRO (FESTA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS)
– Bênção dos animais, presidida por Dom Manoel Delson, às 8h no largo do Parque da Criança
– Distribuição de mudas de árvores na mesma ocasião
– 11h00: Hora Santa nas Paróquias com Momento celebrativo
– 12h00: Repique dos sinos de todas as Igrejas de Campina Grande por 5 minutos
– 15h00: Caminhada da Paz em direção à Igreja de São Francisco, no bairro da Conceição (às 14h30 acontece a concentração)
– 16h00: Missa na Igreja de São Francisco, presidida por Dom Manoel Delson e concelebrada por Frei Zezinho, pároco local, e demais padres da cidade.
Após a Missa, quermesse com shows da Banda Restauração, Janine e Banda e a participação da Filarmônica Epitácio Pessoa.
(Durante toda a semana acontece a Festa de São Francisco promovida pela Paróquia do bairro da Conceição, com programação religiosa e social)

VISTA A CAMISA!
As camisas “Somos da Paz” estão à venda nas paróquias e na cúria diocesana por apenas R$ 15,00 

Pascom Diocesana