segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Caminhada e Missa encerram Semana da Paz em Campina Grande


Encerrando a Semana da Paz a Diocese de Campina Grande promoveu uma caminhada que envolveu toda a comunidade, saindo da Catedral de Nossa Senhora da Conceição em direção à Igreja de São Francisco, na Conceição.

Já na concentração sentia-se o clima de envolvimento de todas as pastorais, serviços e comunidade em geral, um grande número de pessoas se reuniu na Catedral e juntos fizeram a oração do terço. Padre José Vanildo encerrou a oração com cânticos marianos, em um momento de muita emoção para os que se encontravam na igreja, demonstrando a fé e a paz que emanava naquele ambiente, antes da saída da caminhada.
A presença de vários padres, freis, seminaristas e do nosso bispo Dom Delson firmou e fortaleceu o evento. Para Frei Francisco, esse foi um momento muito importante, principalmente para a diocese, configurando-se como uma “confraternização do clero e dos cristãos em comum, todos lutando pela paz, criando um espaço de fraternidade e de uma cultura de paz”

Ainda em clima de oração padre Luciano Guedes, pároco da Catedral, enviou a comunidade à caminhada rogando pela intercessão da Virgem Maria, Senhora da Paz, como nos encoraja o Papa Francisco: “Rainha da Paz, abençoai-nos dirigindo os nossos passos no caminho da paz, da união e da mútua caridade, para que formando aqui a vossa família, possamos no céu bendizer-vos e a vosso divino Filho por toda a eternidade. Amém.”

Com louvores e a propagação da frase “Somos da Paz”, a caminhada seguiu pelas ruas de nossa cidade pedindo pela paz nas famílias, na igreja, na comunidade, em direção a Igreja de São Francisco, para a celebração de uma missa campal. E é com esta frase que Dom Delson inicia sua celebração, lembrando também da humildade, compaixão e paz vindas das ações de São Francisco de Assis ao acolher os excluídos, os doentes, os animais. Em sua homilia, o bispo conclama a todos (cerca de 2.000 pessoas) a buscarem e propagarem a paz e vislumbrar uma cidade pacífica.
Após a santa comunhão e antes da benção final, a comunidade de São Francisco fez algumas apresentações culturais, todas voltadas para a temática da semana celebrada e duas crianças encerraram esse momento, soltando duas pombas brancas simbolizando a Paz.
Encerrando a celebração, Frei Zezinho agradece ao clero e a comunidade em geral, que se fizeram presentes nesse momento de fraternidade, onde todos se tornam irmãos com um objetivo único - a Paz. Logo após Dom Delson faz a benção final, enviando todos aos seus lares com tranquilidade e paz.

Nadilza Souza

Pascom Catedral



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Relíquias de Santa Teresinha e seus pais ficarão expostas no Vaticano, durante Sínodo

Durante o Sínodo Ordinário dos Bispos sobre a família, os fiéis que forem ao Vaticano terão a oportunidade de venerar as relíquias de uma família modelo de santidade: de Santa Teresa do Menino Jesus e de seus pais, os Beatos Louis Martin e Zélie Guérin, que serão canonizados no próximo dia 18 de outubro, na Praça de São Pedro.
 
As urnas contendo as relíquias ficarão expostas para veneração dos fiéis na Capela da Virgem Salus Populi Romani, na Basílica de Santa Maria Maior, de 4 a 25 de outubro de 2015, durante o horário normal de abertura da Basílica, ou seja, diariamente das 7 às 19 horas.
 
Os cônjuges Louis Martin e Zélie Guérin serão o primeiro casal não mártir na história da Igreja a ser elevado à honra dos altares na mesma cerimônia. Esta celebração ganhará maior relevância por se realizar, por decisão do Pontífice, justamente durante o Sínodo sobre as famílias.
 
Segundo declarou à Rádio Vaticano, o Vice Postulador da Causa de Canonização, o Padre carmelita Antonio Sangalli, “Louis e Zélie demonstraram com as suas vidas que o amor conjugal é um instrumento de santidade, é um caminho em direção à santidade realizado junto por duas pessoas”.
 
 
Padre Sangalli expressou que, hoje isto é “o elemento mais importante para analisar a família”. “Existe uma necessidade enorme de uma espiritualidade simples realizada na vida  cotidiana”.
 
Outro fato que torna particular a exposição das relíquias na Basílica de Santa Maria Maior é por ser justamente diante da Virgem Salus Populi Romani que o Papa Francisco pediu para rezar pelos frutos dos trabalhos sinodais e por todas as famílias do mundo.
 
A família de Santa Teresinha também possui outra filha com processo de canonização em andamento, a Serva de Deus Irmã Francisca Teresa (Leonia Martin), conhecida como a irmã difícil da Santa de Lisieux.
 
Religiosa da Ordem da Visitação, Leonia foi uma menina frágil, insegura e introvertida, que deu muita dor de cabeça aos seus pais e que também lutou para viver a sua vocação à vida religiosa. Sua causa de canonização foi aberta no dia 2 de julho deste ano, em Caen, na França.
 
Fonte: Acidigital

Papa aos jovens: Cracóvia nos espera!

A alegria de Deus é perdoar: é o que escreve o Papa Francisco aos jovens, na mensagem para a 31ª Jornada Mundial da Juventude de Cracóvia 2016
 
“Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7) é tema da Mensagem. Cracóvia acolherá uma Jornada especial – um “Jubileu dos jovens”, como definiu Francisco. Será a primeira a ser celebrada, a nível mundial, depois da canonização de João Paulo II, idealizador das JMJ e, sobretudo, se inserirá no Ano da Misericórdia convocado pelo Papa.
 
Francisco exorta os jovens a compreenderem que o amor de Deus pelo seu povo é como o de uma mãe ou de um pai por seu filho: um amor capaz de “criar dentro de mim espaço para o outro, sentir, sofrer e alegrar-me com o próximo”, um amor “fiel, que perdoa sempre”. Por isso, destaca o Pontífice, “na misericórdia está sempre incluído o perdão”, porque não se trata “de uma ideia abstracta, mas de uma realidade concreta”. Em Jesus, “tudo fala de misericórdia”, ou melhor “Ele próprio é misericórdia”, e a “síntese de todo o Evangelho” está nisto: “a alegria de Deus é perdoar”.
 
No texto, o Papa recorda a sua experiência juvenil quando, aos 17 anos, o encontro com um sacerdote, durante a Confissão, mudou a sua vida. Eis então o convite aos jovens para se aproximarem deste Sacramento, porque “quando abrimos o coração com humildade e transparência, podemos contemplar de forma muito concreta a misericórdia de Deus”. O confessionário é “o lugar da misericórdia”, destaca Francisco, porque “o Senhor nos perdoa sempre” e nos olha com um olhar de amor infinito, para além de todos os nossos pecados, limitações e fracassos.
 
 
Mas a misericórdia – adverte o Pontífice – não só se recebe, mas se coloca em prática. Ou melhor, “só seremos realmente felizes se entrarmos na lógica divina do dom, do amor gratuito, sem medida”. Recordando que “a misericórdia não é bonomia nem mero sentimentalismo”, o Papa faz uma proposta aos jovens: escolher, entre janeiro e julho de 2016 – mês da Jornada – uma obra de misericórdia corporal e uma espiritual para colocar em prática em cada mês. A mensagem da Divina Misericórdia, recorda Francisco, é “um programa de vida muito concreto e exigente”, que implica obras, entre as quais perdoar quem nos ofendeu.
 
Num mundo em que os jovens se declaram cansados, em meio a tantas guerras e violência, o Papa reitera que a misericórdia é o único caminho para vencer o mal. A justiça, escreve ele, é necessária, mas não suficiente, porque “justiça e misericórdia devem caminhar juntas”.
 
 “Cracóvia espera-nos com os braços e o coração abertos!”, afirma ainda o Papa aos jovens, “vinde a Ele e não tenhais medo”.
 
Em 2016, pela terceira vez uma JMJ coincidirá com um Ano Jubilar. A primeira vez foi em 1983-84, durante o Ano Santo da Redenção. Depois, o Grande Jubileu do Ano 2000, quando mais de dois milhões de jovens de cerca de 165 países se reuniram em Roma para a 15ª JMJ. (BS/BF)
 
Fonte: Rádio Vaticano

Santa Teresinha do Menino Jesus, intercessora dos missionários


Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja
 
“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”.
 
A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.
 
Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.
 
O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.
 
Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de setembro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”
 
Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.
 
Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova
 

Liturgia Diária

Primeira Leitura (Ne 8,1-4a.5-6.7b-12)
 
Leitura do Livro de Neemias.
 
Naqueles dias, 1todo o povo se reuniu como um só homem na praça que fica defronte da porta das Águas, e pediu ao escriba Esdras que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o Senhor havia prescrito a Israel. 2O sacerdote Esdras apresentou a Lei diante da assembleia de homens, de mulheres e de todos os que eram capazes de compreender. Era o primeiro dia do sétimo mês. 3Assim, na praça que fica defronte da porta das Águas, Esdras fez a leitura do livro, desde o amanhecer até o meio-dia, na presença dos homens, das mulheres e de todos os que eram capazes de compreender. E todo o povo escutava com atenção a leitura do livro da Lei. 4aEsdras, o escriba, estava de pé sobre um estrado de madeira, erguido para esse fim. 5Estando num lugar mais alto, ele abriu o livro à vista de todo o povo. E, quando o abriu, todo o povo ficou de pé. 6Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus, e todo o povo respondeu, levantando as mãos: “Amém! Amém!” Depois inclinaram-se e prostraram-se diante do Senhor, com o rosto em terra. 7bOs levitas explicavam a Lei ao povo, e cada um ficou em seu lugar. 8E leram clara e distintamente o livro da Lei de Deus e explicaram seu sentido, de maneira que se pudesse compreender a leitura. 9O governador Neemias e Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que instruíam o povo disseram a todos: “Este é um dia consagrado ao Senhor, vosso Deus! Não fiqueis tristes nem choreis”, pois todo o povo chorava ao ouvir as palavras da Lei. 10E Neemias disse-lhes: “Ide para vossas casas e comei carnes gordas, tomai bebidas doces e reparti com aqueles que nada prepararam, pois este dia é santo para o nosso Senhor. Não fiqueis tristes, porque a alegria do Senhor será a vossa força”. 11E os levitas acalmavam todo o povo, dizendo: “Ficai tranquilos; hoje é um dia santo. Não vos aflijais!” 12E todo o povo se retirou para comer e beber. Distribuíram também aos outros e expandiram-se em grande alegria, pois haviam entendido as palavras que lhes tinham sido explicadas.


- Palavra do Senhor.
 
- Graças a Deus.

Fonte : Canção Nova