sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Missa na Catedral celebra os 50 anos do Regional Nordeste 2 da CNBB

Na próxima sexta-feira, dia 23, a Catedral de Campina Grande receberá todos os Bispos e Arcebispos de quatro estados do Nordeste para a uma grande celebração. Trata-se do aniversário de 50 anos do Regional Nordeste 2 da CNBB, que agrega os estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A missa será às 19h30, presidida por Dom Aldo Pagotto, Arcebispo da Paraíba.
A missa será em Campina Grande devido a realização da 50º Assembleia Pastoral Regional, que está sendo realizada de 21 a 24 de outubro, no convento de Ipuarana, em Lagoa Seca. Além da missa, outro momento será aberto ao público nesta sexta-feira: será uma palestra sobre a memória das 50 assembleias já realizadas pelo regional, e que será conduzida pelo Pe. José Assis Pereira Soares e pelo leigo Gustavo Castro, de Recife. A palestra será das 14h30 às 17h.
Histórico de Criação:
Em 1964, na VI Assembleia Geral Ordinária da CNBB, realizada em Roma, em setembro /outubro, durante o Concílio Ecumênico Vaticano II, foram votados os desdobramentos de alguns Secretariados Regionais. Na sessão plenária do dia 30 de setembro de 1964, foi aprovado o desdobramento do Secretariado Regional Nordeste em três Regionais: Nordeste 1 (Maranhão, Piauí e Ceará. Hoje cada estado é um Regional independente); Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas); e Nordeste 3 (Bahia e Sergipe). Nesta reunião, o Regional Nordeste 2 apresentou, como Secretário Regional, Dom Helder Pessoa Câmara, e a capital Recife como sede do Regional.
Em janeiro de 1965, durante o Encontro Regional de Natal, foi concretizada a divisão do Regional Nordeste e teve início a instalação do Regional Nordeste 2, com sede no Juvenato Dom Vital (Rua Giriquiti, 48, Boa Vista – Recife-PE – CEP 50000). Atualmente, o Regional está localizado na Rua Dom Bosco, 908, Boa Vista.
Autor: Márcia Marques | Mayara Renata
Pascom Diocesana com Assessoria do Regional


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Casal brasileiro comove Padres Sinodais com testemunhos da vida cristã de crianças

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou hoje algumas das intervenções dos auditores no Sínodo dos Bispos. Entre eles, a de um casal de esposos brasileiros que contaram duas breves histórias protagonizadas por crianças, através das quais mostram a necessidade de ajudar a descobrir e viver a alegria de ser uma família cristã.
Ketty Abaroa de Rezende e Pedro Jussieu de Rezende são um casal de brasileiros, com sete filhos e 5 netos, casados há 36 anos. Atualmente, são docentes na Universidade Estadual de Campinas. Durante sua intervenção no Sínodo contaram estes breves relatos:
Um pai de família ajudava o seu filho de seis anos a fazer seu exame de consciência à noite e escutou que o pequeno disse: “Jesus, perdoa a Sarah porque ela me bateu”. E o pai lhe explicou: “Não, filho, você deve pedir perdão pelas coisas ruins que você fez”. E o menino adicionou: “Jesus, me perdoe porque foi eu que bati nela primeiro”.
O segundo relato breve tem a ver com uma mãe que foi se confessar e sua filha de quatro anos também quis ir com ela. No momento em que a mamãe saía do confessionário, a pequena bateu na porta e gritou: “Jesus, agora é a minha vez ”.
Os esposos brasileiros afirmaram que “estas sementes de fé brotam nas famílias e, através da graça do sacramento do matrimônio, podem levar a alegria apesar do sofrimento”.
“Estas famílias testemunham ao mundo a beleza do matrimônio. Tais famílias se esforçam por receber regularmente os sacramentos e receber formação espiritual de sacerdotes devotos, e se convertem em famílias apostólicas”.
Este casal proveniente do Brasil disse ainda que “graças à amizade perseverante das famílias apostólicas, conhecemos casais que conviviam e tomaram a decisão de casar-se na Igreja, um casal cuja a esposa era infértil que renunciou a ideia da fertilização in vitro, casais que abandonam a anticoncepção para adotar a regulação natural da fertilidade. Então, necessitamos do apoio de sacerdotes santos para que as famílias façam o que melhor sabem fazer: ser apostólicas, abrindo seus lares e compartilhando a fé com outras famílias”.
Em resumo, concluíram, “acreditamos que esta é uma de nossas missões: ajudar outras famílias para que experimentem a ‘alegria de ser uma família cristã’”.
Texto:  Walter Sánchez Silva
Foto: Pixabay domínio público
Fonte: ACIDIGITAL

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Hoje é celebrado o dia de Santa Edwiges, padroeira dos endividados

 Nesta sexta-feira, 16 de outubro, a Igreja celebra Santa Edwiges, uma mãe que, com seu marido, fundou mosteiros e, após a morte dele, tornou-se monja e continuou a servir os carentes e enfermos. A santa é conhecida como a padroeira dos pobres e endividados e isso tem a ver com sua história e vida de caridade.
Edwiges nasceu na Bavária, Alemanha, em 1174, filha de uma família nobre. Desde pequena dava sinais de seu desapego material e zelo espiritual. Aos doze anos, casou-se com o duque da Silésia e da Polônia, Henrique I, de 18 anos. Eles tiveram sete filhos.
Aos 20 anos, Edwiges sentiu o chamado de Jesus e, após conversar com seu marido, os dois decidiram seguir o Senhor, mantendo no casamento o voto de abstinência sexual.
Entregando-se à piedade e à caridade, empregava grande parte dos seus ganhos para auxiliar os demais. Sabendo que muitos eram presos por causa de dívidas, passou a ir aos presídios, saldar as contas com o próprio dinheiro, libertar os encarcerados e ainda lhes arrumava um emprego.
Ela e seu marido fundaram muitos mosteiros, entre eles o de Trebnitz, na Polônia, do qual sua filha Gertrudes se tornou abadessa.
Henrique I construiu o Hospital da Santa Cruz em Breslau, e Edwiges, um hospital para leprosos em Neumarkt, onde assistiram pessoalmente aqueles que sofrem desta doença. A Santa também costumava ir à Igreja descalço na neve, mas levava os sapatos na mão para colocá-los imediatamente se encontrasse alguém.
Viu seis de seus sete filhos falecer e também seu marido, vítima de uma doença contraída após ser mantido como prisioneiro de guerra. Quando Henrique I morreu, muitas religiosas choraram e Edwiges as confortou dizendo: “Por que se queixam da vontade de Deus? Nossas vidas estão em suas mãos e tudo que Ele faz é bem feito”.
Santa Edwiges tomou o hábito religioso de Trebnitz, mas prometendo continuar a gerir suas ações em favor dos necessitados. Deus lhe concedeu o dom da profecia e milagres. Foi quando operou muitos milagres em enfermos.
Ela amava muito Maria e, por isso, sempre carregava uma pequena imagem da Virgem em suas mãos. Quando morreu, em 15 de outubro de 1243, foi impossível tirar a imagem de suas mãos. Anos mais tarde, quando foram transladar seu corpo, encontraram a imagem empunhada e os dedos que a seguravam incorruptos.
Santa Edwiges foi canonizada em 1266, pelo Papa Clemente IV.
Por razão desta data, confira a seguir a oração à Santa Edwiges.
Ó Santa Edwiges, Vós que na Terra fostes o amparo dos pobres, a ajuda dos desvalidos e o socorro dos endividados, no Céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante Te peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de Deus o auxílio que urgentemente preciso...
(Fazer o pedido da graça que urgentemente precisa)
Santa Edwiges, protetora dos endividados, aumentai minha confiança na providência divina para que não falte o pão de cada dia, e que no final do mês não falte o necessário, para que eu possa dar aos meus familiares saúde, educação e dignidade na moradia.
Santa Edwiges intercedei por mim para que eu consiga o equilíbrio na vida financeira e o discernimento nos negócios. Ajudai-me a superar os problemas financeiros, que eu não me iluda com o dinheiro fácil, que eu não seja conivente com a corrupção, propina. Dai equilíbrio na vida financeira.
Alcançai-me também, Santa Edwiges, a suprema graça da salvação eterna.
Santa Edwiges, rogai por nós.
Fonte: ACIDIGITAL

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Papa Francisco: a relação de Deus com a alma das crianças nunca deve ser violada

O Papa Francisco celebrou hoje a Audiência Geral na Praça de São Pedro e dedicou novamente sua catequese à família, especificamente, “às promessas que fazemos às crianças”. Advertiu que “ternura e o misterioso laço de Deus com a alma das crianças nunca deveria ser violado”, posto que as crianças podem ser feridas “por um ‘escândalo’ insuportável”.
O Bispo de Roma explicou que se trata de “promessas de amor” que eles esperam que sejam cumpridas desde o início de sua vida e seja protegida por Deus.
“A palavra de Jesus hoje é forte: ‘ai do mundo por causa dos escândalos!’. Jesus é realista, diz que é inevitável que escândalos aconteçam, mas ‘ai do homem pelo qual o escândalo vem!’”, disse ao iniciar.
“Antes de começar a catequese, quero pedir – em nome da Igreja – perdão pelos escândalos que foram cometidos nos últimos tempos, seja em Roma como no Vaticano. Peço perdão”, exclamou.
Sobre a promessa explicou que é aquela que “o homem e a mulher fazem a cada filho: desde quando é concebido no pensamento”. “As crianças vêm ao mundo e esperam ter confirmação desta promessa: esperam-no de modo total, crédulo, indefeso”, explicou o Papa.
“Falo das promessas mais importantes, decisivas para suas expectativas ante a vida, para sua confiança nos seres humanos, por sua capacidade de conceber o nome de Deus como uma bênção”, disse aos fiéis que o escutavam.
“Os adultos estão dispostos a falar das crianças como de uma promessa de vida e é fácil nos comover, dizendo aos jovens que são nosso futuro”. “É verdade – completou –, mas me pergunto às vezes se somos sérios a respeito de seu futuro”.
“Uma pergunta que deveríamos nos fazer mais frequentemente é esta: ‘até que ponto somos leais às promessas que fazemos às crianças, ao fazê-los vir ao nosso mundo?’”, porque “nós os fazemos vir ao mundo e isto é uma promessa”.
“Acolhida e cuidado, proximidade e atenção, confiança e esperança são promessas fundamentais, que convergem em uma só: amor”, acrescentou.
“Esta é a maneira mais justa de acolher um ser humano que vem ao mundo, e todos nós aprendemos, antes mesmo de ter consciência disso”.
O Papa contou então que lhe agrada “quando vejo o pai e a mãe ao passar entre vocês e me fazem chegar um menino ou uma menina, e pergunto: ‘Quanto tempo tem?’ ‘Três semanas, quatro semanas’. E procuro que o Senhor lhe abençoe. Isto também se chama amor”.
Mas as crianças também podem ser feridos “por um ‘escândalo’ insuportável, ainda mais grave, dado que não têm os meios para decifrá-lo e não podem entender o que acontece”.
O Pontífice explicou que “Deus vigia esta promessa desde o primeiro instante” e advertiu contra aqueles “que traem Sua confiança”. “Seu abandono confiado a nossa promessa, a qual nos compromete desde o princípio, nos julga?”.
“A espontânea confiança das crianças em Deus não dever ser ferida jamais, sobretudo quando vem por certa presunção (mais ou menos inconsciente) de substitui-lo”, advertiu Francisco.
Portanto, “a ternura e o misterioso laço de Deus com a alma das crianças nunca deveria ser violado”, “é uma relação real que Deus quer e que Ele cuida”.
“A criança está preparada desde que nasce a sentir-se amada por Deus” e “logo que se sente amado também sente que há um Deus que ama as crianças”.
Assim que nascem, “começam a receber o dom, junto com o alimento e os cuidados, da confirmação das qualidades espirituais do amor”, disse Francisco.
“Os fatos do amor passam agora através do dom do nome pessoal, o compartilhar a linguagem, as intenções dos olhares, os sorrisos iluminados”.
“Aprendem assim que a beleza da união entre os seres humanos aponta a nossa alma, procura nossa liberdade, aceita a diversidade do outro, reconhece-o e o respeita como interlocutor”.
Mas existe uma segunda promessa: “Nós, papai e mamãe, doamos a ti, para doar-te a ti mesmo”. “Isto é o amor”, reconheceu o Papa, que disse aos pais: “Vocês são instrumento do amor de Deus e isto é precioso”.
Em resumo, “somente se vemos as crianças com os olhos de Jesus podemos entender verdadeiramente em que sentido, defendendo a família, protegemos à humanidade”.
“O ponto de vista das crianças é o ponto de vista do Filho de Deus. A Igreja mesma, no Batismo, faz grandes promessas às crianças, com as quais se comprometem os pais e a comunidade cristã”.
Ao concluir, pediu “que a Santa Mãe do Jesus – por meio da qual o Filho de Deus chegou a nós amado e criado como um menino – faça a Igreja capaz de seguir o caminho de sua maternidade e de sua fé”.
“Que São José – homem justo, que lhe acolheu e protegeu, honrando com valentia a bênção e a promessa de Deus – nos faça dignos de hospedar Jesus em cada criança que Deus manda sobre a terra”, disse também.
Continuando, ao saudar os peregrinos em diversas línguas, o Santo Padre pediu orações pelo Sínodo da família que se celebra estes dias até o próximo 25 de outubro.
Também saudou os jovens, recém-casados e doentes, que nesta ocasião seguiram a audiência da Sala Paulo VI dado que havia previsão de chuvas. “Que neste mês de outubro sejamos todos chamados a sustentar as missões com a oração e a solidariedade”, pediu. “Queridos jovens, acolham com alegria o convite do Senhor a empregar suas melhores energias no anúncio do Evangelho; queridos doentes, dou-lhes as graças porque a oferta de seu sacrifício é preciosa para todos aqueles que ainda não conhecem o amor de Deus; queridos esposos, continuem proclamando com a vida o afeto fiel do Senhor”.
Fonte: ACIDIGITAL

10 º Aniversário de Ordenação Sacerdotal de Padre Luciano Guedes

No próximo dia 20 de outubro, a comunidade da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, irá celebrar com ele esses primeiros dez anos de ministério sacerdotal. Na mesma Igreja em que foi ordenado, pela imposição das mãos de Dom Jaime Vieira Rocha, junto de sua família e amigos, Padre Luciano irá renovar o seu sim a Cristo e à Igreja.


Pascom Catedral