segunda-feira, 13 de junho de 2016

Diocese abre Projeto Fé e Cultura 2016 no Maior São João do Mundo

A Diocese de Campina Grande participa mais uma vez do Maior São joão do Mundo com o Projeto Fé e Cultura, realizado em parceria com a Prefeitura Municipal. Exposição na Catedral cenográfica e Missas que homenageiam os Santos Juninos na Igreja Catedral fazem parte da programação. Pe. Fábio de Melo e Pe. Reginaldo Manzotti são as atrações no palco principal da festa.
A réplica da Catedral, que faz parte da cenografia do Parque do Povo, receberá a Pinacoteca Sacra: imagens bíblicas, com quadros do artista Joab Rocha. A coleção traz obras baseadas em cenas bíblicas do Antigo e Novo Testamento, que expressam as percepções do artista sobre a intervenção divina na humanidade. A partir da próxima semana a exposição estará aberta à visitação das 18h às 00h.
O projeto expográfico e a curadoria são assinados por André Oliveira, que há três anos vem desenvolvendo o Projeto Fé e Cultura. Segundo André, “as obras são enriquecidas pelo traço autoral do artista que reúne diversos elementos da pintura para expressar seu olhar acerca das cenas bíblicas marcantes do Antigo e Novo Testamento. Ele  manifesta o seu sentimento religioso e lança um olhar estético sobre a seleção dos trechos bíblicos que inspiram a sua produção sacra”.
Para o Pe. Luciano Guedes, coordenador do Projeto, a fé e a cultura são íntimas, pois são traços históricos comuns de toda e qualquer sociedade. “O Projeto Fé e Cultura vem resgatar o lado religioso da festa mais tradicional da cidade como também do nordeste. Nossa intenção é mostrar para as pessoas as riquezas dessa ligação entre a fé e a cultura, que se misturam na composição social”, explica.
MISSAS
Nos dias dos Santos homenageados nas festas juninas, na Catedral de Nossa Senhora da Conceição serão celebradas missas que contarão com a participação de artistas locais. Amazan, Inaldete Amorim e Eloisa Olinto confirmaram presença e cantarão músicas da cultura popular que falam da religiosidade e dos Santos.
As missas serão realizadas nos dias 13, dia de Santo Antônio; dia 24, dia de São João; e no dia 29, que é dedicado à São Pedro. Todas elas serão celebradas às 17h30.
PE FÁBIO E PE MANZOTTI
Os shows religiosos no Parque do Povo prometem ser, mais uma vez, o maior público desta edição dO Maior São joão do Mundo. No dia 14 o Pe. Fábio de Melo se apresenta no Parque do Povo a partir das 20h. Ele participa do projeto desde a sua primeira edição. “É sempre uma alegria estar em Campina grande, cidade que me acolhe desde os primeiros passos nesta missão de evangelizar com a música”, lembra o religioso.
Já o Padre Reginaldo Manzotti estreia no Projeto Fé e Cultura no dia 21, também uma terça-feira às 20. Ele é conhecido por reunir milhares de pessoas em suas apresentações e leva a mensagem que é tema de sua associação: “Evangelizar é Preciso”.
GESTO CONCRETO – ANO DA MISERICÓRDIA
vivendo o ano da Misericórdia, dentro do Projeto Fé e Cultura a Diocese está com uma campanha de arrecadação de fundos para a construção da Casa de Acolhida. Esta Casa será um ponto de apoio e abrigo para pessoas carentes que vem à Campina Grande para tratamento médico ou acompanhando pacientes que utilizam os hospitais da cidade.
A arrecadação será através da venda de camisas com temáticas dos Santos juninos, que estarão à venda na lateral da réplica da Catedral, no Parque do Povo, com um estande organizado pela Comunidade São Pio X. AS camisas custam R$ 20,00.
Texto: Márcia Araújo (Diocese de Campina Grande)

Catedral de Campina grande promove o dia dedicado a juventude no Jubileu da misericórdia

Na tarde deste sábado, dia 11, aconteceu a Peregrinação da juventude da Catedral e a passagem pela Porta Santa para receber as indulgências do Jubileu da Misericórdia.


 O momento teve inicio na Comunidade de São Pio X ás 15h, com acolhida e animação. Logo após houve a catequese ministrada pelo Vigário da Catedral, Padre Van Victor, que explicou a importância deste ano para a igreja, o significado das simbologias, e as diversas formas de sempre procurar se reconciliar com Deus, e reconhecer que todos são pecadores e necessitam do perdão divino. Logo após, toda a juventude saiu em procissão pelas ruas do Centro de Campina Grande em direção á Catedral. Chegando na igreja, Pe. Van Victor conduziu mais um momento de oração que antecedeu a abertura da Porta Santa. 


Já na Catedral dando continuidade a programação, ainda houve mais uma catequese, dessa vez ministrada por Alana Ramos e falando sobre a Santa Missa, sua importância e seus significados. Em seguida houve o momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, que foi encerrado pelo Pároco Padre Luciano.
No fim da programação do dia, houve uma pequena confraternização e o dia foi finalizado com a missa da juventude.


Texto: Pascom Catedral

Foto: Pascom Catedral

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Que relação têm as Bodas de Caná com o cristão? O Papa explica

A catequese do Papa Francisco desta semana na Audiência Geral na Praça de São Pedro abordou o relato das Bodas de Caná, onde, segundo o Pontífice, se vê a missão a qual o cristão é chamado e que está em relação direta com o amor de Deus e o mistério pascal.
“Todos nós estamos convidados para aquelas Núpcias, porque o vinho novo nunca falta!”, exclamou o Papa.
Este relato das Bodas de Caná é uma “espécie de ‘porta de entrada’, na qual são esculpidas palavras e expressões que iluminam todo o mistério de Cristo e abrem o coração dos discípulos à fé”.
Francisco recordou que junto a Jesus estavam precisamente eles e “dando início a seu ministério público nas Bodas de Caná, Jesus se manifesta como o esposo do povo de Deus, anunciado pelos profetas, e nos revela a profundidade da relação que nos une a Ele: é uma nova Aliança de amor”, assinalou.
“A vida cristã é a resposta a este amor, é como a estória de dois apaixonados, Deus e o homem, que se encontram, se celebram e se amam, exatamente como o amado e a amada do Cântico dos Cânticos”.
“Todo o resto vem como conseqüência desta relação. A Igreja é a família de Jesus, é onde ele deposita o seu amor; o amor que a Igreja custodia e quer doar a todos”.
“Como é possível celebrar as núpcias e fazer festa se falta aquilo que os profetas indicavam como um elemento típico do banquete messiânico?”, perguntou-se o Papa. “A água é necessária para viver, mas o vinho exprime a abundância do banquete e a alegria da festa”, acrescentou.
O Pontífice explicou que, ao transformar a água em vinho, “Jesus realiza um sinal eloquente: transforma a Lei de Moisés em Evangelho, portador da alegria”.
Francisco comentou as palavras da Maria, “Façam tudo o que Ele lhes disser”, e sublinhou que “é curioso porque são suas últimas palavras contadas pelos evangelhos: são a sua herança que entrega a todos nós”.
“Trata-se de uma expressão que reclama a fórmula de fé utilizada pelo povo de Israel no Sinai em resposta às promessas da aliança”: ‘Aquilo que o Senhor disse, nós faremos’”. Em Caná “os servos obedecem” e enchem de água as ânforas e depois as levaram ao banquete, detalhou.
“Nestas núpcias, realmente vem estipulada uma Nova Aliança e aos servos do Senhor, isto é, a toda a Igreja, é confiada a nova missão: ‘Fazei tudo quanto ele vos disser!’”.
Francisco manifestou que “servir ao Senhor significa escutar e colocar em prática sua Palavra. É a recomendação simples, mas essencial da Mãe de Jesus e é um programa de vida do cristão”.
“Para cada um de nós, beber daquela ânfora equivale a confiar-se a Deus e experimentar a sua eficácia na vida”. “O Senhor continua reservando o vinho novo para nossa salvação, assim como continua brotando do lado transpassado do Senhor”, disse.
O Papa afirmou também que a Bodas do Caná “são muito mais do que o simples relato do primeiro milagre de Jesus”. “O esperado esposo dá início às suas núpcias que se realizam no mistério pascal. Nestas bodas Jesus une os seus discípulos a si com uma Aliança, nova e definitiva”.
O Pontífice também dirigiu uma saudação a um grupo de casais que celebravam 50 anos de casados e lhes disse que “isto sim que é o vinho novo, obrigado por seu testemunho!”.
Fonte: ACIdigital
Foto: Daniel Ibáñez /ACI Prensa

terça-feira, 7 de junho de 2016

Oração é “pilha” que dá vida à luz cristã, diz Papa

A pilha do cristão para iluminar é a oração, afirmou o Papa Francisco na Missa celebrada na manhã de terça-feira, 7, na Casa Santa Marta.
Comentando o Evangelho do dia, Francisco ressaltou que Jesus fala sempre com palavras fáceis, com comparações simples, para que todos possam entender a mensagem. Daqui a definição do cristão que deve ser luz e sal. Nenhuma das duas coisas é finalizada a si mesma, explicou o Pontífice: “A luz é para iluminar algo; o sal é para dar sabor” a outro alimento.
O Papa então perguntou como o cristão pode fazer para que não faltem sal e luz, para que não acabe o óleo para acender a lâmpada. “Qual é a pilha do cristão para iluminar? Simplesmente a oração. Você pode fazer tantas coisas, tantas obras, inclusive obras de misericórdia, pode fazer tantas coisas grandes para a Igreja – uma universidade católica, um colégio, um hospital… – podem até fazer a você um monumento como benfeitor da Igreja. Mas se não rezar, será um pouco obscuro, tenebroso. Quantas obras se tornam obscuras por falta de luz, por falta de oração. Aquilo que mantém, que dá vida à luz cristã, aquilo que ilumina é a oração”.
Francisco ressaltou que essa oração deve ser “para valer”. Seja uma oração de adoração, de louvor, de agradecimento ou de súplica, a oração precisa ser de coração, enfatizou.

Sal da terra

Com relação ao sal, o Santo Padre explicou que o cristão dá sabor à vida dos outros com o Evangelho; o sal não dá sabor a si mesmo, mas sim ao próximo. “O sal se torna sal quando se doa, e essa é outra atitude do cristão: doar-se, dar sabor à vida dos outros, dar sabor com a mensagem do Evangelho. Não preservar a si mesmo. O sal não é para o cristão, é para doar. O cristão recebe para doá-lo, mas não para si mesmo. Os dois – isso é curioso –, luz e sal, são para os outros, não para si mesmo. A luz não ilumina a si mesma; o sal não dá sabor por si só”.
E para quem se pergunta até onde o sal e a luz duram se são doados sem parar, o Papa explicou que, nesse momento, entra a força de Deus, porque o cristão é um sal doado por Deus no batismo. “É uma coisa que é dada como dom e continua a ser doada se continuarmos a dá-la, iluminando e dando. E não termina nunca”.

Defender-se da tentação da ‘espiritualidade do espelho’

Isso é precisamente o que acontece na Primeira Leitura com a viúva de Sarepta, que confia no Profeta Elias e, por isso, sua farinha e o óleo não acabam nunca. O Papa, então, dirigiu um pensamento à vida presente do cristão.
“Ilumina com a sua luz, mas defenda-se da tentação de iluminar a si mesmo. Isso é uma coisa feia, é um pouco como a espiritualidade do espelho: ilumino a mim mesmo. Defenda-se da tentação de cuidar de si mesmo. Seja luz para iluminar, seja sal para dar sabor e conservar.”
O sal e a luz não são para si mesmos, observou Francisco, mas para dar aos outros “boas obras”. E, assim, ele concluiu a homilia e convidou os fiéis a resplandecerem a luz diante dos homens. “Para que vejam as suas boas obras e glorifiquem o seu Pai, que está nos céus. Ou seja: retornar Àquele que lhe deu a luz e lhe deu o sal. Que o Senhor nos ajude nisso, a cuidar sempre da luz, a não a esconder, mas a colocar em prática. E o sal… dar o justo, o necessário, mas doá-lo, porque assim não acaba. Essas são as boas obras do cristão”.
Fonte: Canção Nova

sábado, 4 de junho de 2016

Consagre sua família aos Corações de Jesus e de Maria

A Igreja celebrou ontem, 3 de junho, a festa do Sagrado Coração de Jesus e, neste sábado, festeja o Imaculado Coração de Maria. Diante dessas duas festividades, consagre sua famílias aos Santíssimos Corações de Jesus e de Maria.
Oração de Consagração
Santíssimos Corações de Jesus e Maria,
unidos no amor perfeito,
como nos olhais com carinho e misericórdia,
consagramos nossos corações,
nossas vidas e nossas famílias a Vós.
Conhecemos que o belo exemplo
de vosso lar em Nazaré foi um modelo
para cada uma de nossas famílias.
Esperamos obter, com Vossa ajuda,
a união e o amor forte e perdurável
que vos destes.
Que nosso lar seja cheio de alegria.
Que o afeto sincero, a paciência, a tolerância,
e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos.
Que nossas orações
incluam as necessidades dos outros,
não somente as nossas.
E que sempre estejamos próximos dos sacramentos.
Abençoai a todos os presentes
e também os ausentes,
tantos os vivos como os defuntos;
que a paz esteja conosco,
e quando formos provados,
concedei a resignação cristã
à vontade de Deus.
Mantende nossas famílias perto
de Vossos Corações;
que Vossa proteção
especial esteja sempre conosco.
Sagrados Corações de Jesus e Maria,
escutai nossa oração.
Amém.
Fonte: ACIdigital