terça-feira, 25 de junho de 2019

Solenidade de São João Batista na Catedral de Campina Grande

Na tarde de ontem(24/6) aconteceu a missa de São João na Catedral de Campina Grande, situada no centro da cidade, presidida por Pe. Francisco (Vigario Paroquial da Catedral). A Pascom Catedral marcou presença na cobertura do evento.
Fotos: Pascom CatedralCG













Presidente da CNBB se reúne com Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã

O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo e o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portela receberam na tarde desta segunda-feira, 24 de junho, representantes da direção do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã (Inbrac), o órgão responsável pela gestão da RedeVida de televisão.

O presidente da CNBB definiu o encontro com a direção da Rede Vida como um momento de alegria, amizade e esperança. “Nós damos grande importância às ações de qualificação, cooperação e fortalecimento da comunicação católica, fundamental para a sociedade brasileira. Nossa Igreja é depositária de uma grande tarefa missionária que é o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Por isto, este encontro tem grande importância para nós porque abre caminhos”, disse.
Dom Walmor reforçou que a nova presidência tem entre seus compromissos dar novas respostas, encontrar forças e modos de prestar este serviço à Igreja no Brasil. Segundo ele, entre as grandes tarefas da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB está a de articular as tvs católicas para que “juntos – CNBB e tvs – possam cumprir a missão de anúncio do Evangelho pela força da comunicação”.
A irmã paulina Celeste Ghislandi, diretora executiva do Inbrac, reforçou que a RedeVida tem por missão evangelizar por meio da comunicação. “A acolhida de dom Walmor e dom Joel com carinho, abertura e muito senso eclesial é uma certeza para nós que estamos a serviço da evangelização, seguindo as orientações e diretrizes da Igreja no Brasil na sua ação evangelizadora”, disse.
Quem também saiu com esperanças da reunião foi o secretário-geral da CNBB, dom Joel Portela. Ele reforçou que é preciso responder de modo novo a desafios novos. “O mundo está se transformando. E não dá prá se fazer presente no mundo se não for pelos instrumentos de comunicação dos quais as televisões e a RedeVida o são”, disse.
O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani Tempesta, membro do conselho diretor do Ibrac, comunicou que em nome da RedeVida o grupo cumprimentou a nova presidência da CNBB pela eleição e propôs que se tracem estratégias de comunicação junto com as emissoras para ver como pode comunicar mais e melhor para a Igreja. “A RedeVida tem uma presença no Brasil todo e traz o país todo para ser conhecido, trabalho reconhecido pela nova presidência da CNBB”, disse.
O arcebispo de Uberaba (MG), dom Paulo Mendes Peixoto, também membro do Conselho diretor do Inbrac, ressaltou que vê uma grande oportunidade nesta parceria. “O Ibrac tem discutido a necessidade de fortalecer esta ligação com a CNBB já que esta representa grande força da Igreja no Brasil. Nós temos agora as novas Diretrizes da CNBB. É hora de somar forças para que a orientação da CNBB chegue as comunidades”, reforçou.
Também participaram da reunião o jornalista João Monteiro de Barros Filho, o criador da TV RedeVida, seu filho Monteiro Neto e Antônia Mucciolo, membro do Conselho Diretor do Inbrac.
 Sobre a Rede Vida  – Com cobertura em canal aberto VHF e UHF, a RedeVida está presente em todas as capitais brasileiras e as 500 maiores cidades do Brasil, alcançando mais de 1.500 municípios. A RedeVida já está presente em mais de 300 destas localidades com canal digital. Possui distribuição de TV por assinatura do país e está disponível também através das antenas parabólicas, em sinal digital e analógico.
São 24 horas diárias de programação produzida em HD, tanto na sede e geradora em São José do Rio Preto no interior de São Paulo, como nos estúdios auxiliares na capital de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília, além de produções independentes e matérias jornalísticas enviadas de diversas outras localidades do país e do mundo.

 
 

sábado, 22 de junho de 2019

Hoje é festa de São Tomás More, padroeiro dos governantes e políticos

“O homem não pode ser separado de Deus, nem a política da moral”, disse São Tomás More, declarado padroeiro dos governantes e dos políticos por São João Paulo II e cuja memória litúrgica é recordada neste 22 de junho.

Morreu mártir quando se negou a reconhecer o divórcio de Henrique VIII e o projeto de uma igreja liderada pelo rei da Inglaterra e não pelo Papa.

São Tomás nasceu em Londres, em 1477, e manteve sempre uma vida de fé. Graduou-se na Universidade de Oxford como advogado e sua carreira bem-sucedida o levou ao parlamento. Casou-se com Jane Colt, teve um filho e três filhas. Após a morte de sua esposa, casou-se com Alice Middleton.
Em 1516, São Tomás escreveu o seu livro mais famoso, conhecido como “Utopia”. Esta obra chamou muito a atenção de Henrique VIII e o colocou em um cargo importante.
Quando o rei Henrique VIII continuava com a intenção de repudiar sua esposa para se casar com outra e planejava se separar da Igreja de Roma para formar a igreja anglicana sob sua autoridade, São Tomás More renunciou.
Em seguida, Tomás se dedicou a escrever em defesa da Igreja e com seu amigo, o Bispo São João Fisher, recusou-se a obedecer ao rei como “cabeça” da igreja. Ambos, fiéis a Cristo, foram presos. Alguns meses após a prisão, executaram São João Fisher e posteriormente São Tomás, condenados como traidores do reino.

Antes de ser executado, o santo disse à multidão: “Morrerei como bom servidor do rei, mas sobretudo como servo de Deus”. Foi decapitado no dia 6 de julho de 1535. O dia de São Tomás More é comemorado a cada 22 de junho, junto com São João Fisher.

“A vida de São Tomás More ilustra, com clareza, uma verdade fundamental da ética política. De fato, a defesa da liberdade da Igreja face a indevidas ingerências do Estado é simultaneamente uma defesa, em nome do primado da consciência, da liberdade da pessoa frente ao poder político. Está aqui o princípio basilar de qualquer ordem civil respeitadora da natureza do homem”, disse São João Paulo II no ano 2000.
Fonte: Acidigital

sexta-feira, 21 de junho de 2019

SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI NA CATEDRAL DE CAMPINA GRANDE

"A instituição da Eucaristia já celebrada na Quinta-feira Santa é hoje celebrada com honra e alegria, que não poderia se manifestar naquele dia, pois estávamos na Semana Santa, às vésperas da Comemoração da Morte-ressurreição do Senhor. Esta festa, na quinta-feira depois da solenidade da Santíssima Trindade, começou a ser celebrada em 1214. A procissão, depois da celebração, percorrendo as diversas ruas de nossa Comunidade, foi introduzida aos poucos. Tem-se notícia dela, em Roma, desde 1350. A Eucaristia é o centro e o fundamento de nossa vida cristã. “Ele está no meio de nós!”, dizemos tantas vezes em nossas celebrações! Ele se faz comida e bebida para sermos também comida e bebida para todos.


A comunhão com o corpo e o sangue de Cristo na Eucaristia é também comunhão com a Comunidade. Celebrar só não basta! É preciso traduzir nossas celebrações em ações transformadoras! Fé e Vida! Se faltar uma dessas dimensões em nossa Comunidade, nossas celebrações estarão incompletas!

4. Evangelho: Jo 6,51-58 - Pão que sustenta

O texto nos ensina a viver a Eucaristia como recepção de Jesus, que dá a vida verdadeira, por sua presença entre nós (carne) e pela sua morte-ressureição (sangue). A Eucaristia é o sacramento que nos une a este projeto de vida e de morte-ressurreição, nos comprometendo a dar também nossa vida para os outros (...)" 









Trecho do texto Corpus Christi

Acréscimo meu 

Na Catedral, repleta de fiéis,  a programação da Solenidade de Corpus Christi foi realizada durante todo o dia: Missa Solene às 10h presidida pelo pároco da Catedral, Pe. Luciano Guedes; Adoração ao Santíssimo de 11h30 às 14h30, Missa Solene às 15h, presidida por Dom Dulcênio (Bispo de Campina Grande) e concelebrada pelo pleno da Diocese local seguida da procissão pelas principais ruas do centro da cidade e finalizando com a benção do Santíssimo na Catedral.

A Pastoral da Comunicação (PASCOM da Catedral) transmitiu ao vivo as missas pela manhã e à tarde. Também fez a cobertura fotográfica e através de videos das missas e procissão.

Texto: Professora Aurea Ramos Araujo (Coord. da Pascom)
Fotos: Pascom Catedral 


quarta-feira, 19 de junho de 2019

Solenidade de Corpus Christi

Corpus Christi é um feriado nacional no qual a igreja católica festeja o corpo de Cristo representado na Eucaristia. A data pode ser calculada como sendo a primeira quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade ou então 60 dias após o domingo de páscoa1. A celebração é composta de uma missa, de procissões e adoração do Santíssimo Sacramento.
A comemoração do Corpus Christi acontece sempre em uma quinta-feira, em referência à Quinta-Feira Santa, quando aconteceu a última ceia de Jesus com seus apóstolos. Nesta passagem, Cristo entrega simbolicamente sua vida a Deus e à humanidade. Jesus manda celebrar sua existência comendo o pão e bebendo o vinho (a eucaristia), que se transformariam sem seu Corpo e Sangue2.
O apóstolo João (Jo 6, 55-59) descreve a cena da seguinte forma:
“O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia”. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.”
A celebração da Eucaristia é, assim, a forma de reconhecer que Jesus continua vivo em meio à comunidade cristã.

Origem

Mesmo sendo celebrado em cada missa, a igreja católica criou uma data para que o Corpo de Cristo pudesse ser especialmente lembrado. A justificativa remonta ao século XIII, em Liège, na Bélgica. No ano de 1243, uma freira chamada Juliana teria tido visões nas quais Cristo revelava seu desejo de ver a Eucaristia ser festejada e reconhecida separadamente. Alguns anos mais tarde, em 1264, o papa Urbano IV consagrou a festa para toda a Igreja2.
Nesta data, os fieis reproduzem a tradição de fazer procissões pelas ruas, caminhando sobre um colorido tapete confeccionado a partir de materiais diversos: flores, serragem, farinha, folhas, areia. Esse costume chegou ao Brasil com os colonizadores portugueses. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus rumo à Terra Prometida1. Já a Hóstia levada num ostensório foi instituída em 12742.