terça-feira, 13 de julho de 2021

“PANDEMIA AGRAVA A FOME NO MUNDO” ALERTA O RELATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DAS NAÇÕES UNIDAS


 Cerca de um décimo da população mundial sofre de desnutrição, ou seja, quase 811 milhões de pessoa. É o que revela o relatório “Situação da segurança alimentar e da nutrição no mundo” elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Organização Mundial da Saúde (OMS), e divulgado nesta segunda-feira, 12. O agravamento dramático da situação da fome em 2020 está diretamente relacionado às consequências da pandemia de Covid-19.

Mesmo que ainda não se tenha um mapa detalhado do impacto da pandemia, o relatório representa a primeira avaliação global desse tipo na era da pandemia, e revela, entre outros, que o continente africano registra o maior aumento de famintos e desnutridos, enquanto o mundo de forma geral passa por uma fase crítica e deve agir agora para reverter essa tendência até 2030. Além disso, mais de 2,3 bilhões de pessoas – o equivalente a 30% da população mundial – não teve acesso contínuo a recursos alimentares adequados durante o ano.

Para agravar a situação, em 2020 havia mais de 149 milhões de crianças menores de cinco anos com atraso no crescimento (muito baixas para a idade), mais de 45 milhões de crianças debilitadas (muito magras para a altura) e cerca de 39 milhões com excesso de peso. Três bilhões de adultos e crianças não conseguiram ter acesso a uma dieta saudável.

As edições anteriores já haviam dado o sinal de alerta, sinalizando que a segurança alimentar de milhões de pessoas, incluindo muitas crianças, estava em risco. “Infelizmente, a pandemia continua a trazer à tona as deficiências de nossos sistemas alimentares, carências que ameaçam a vida e a subsistência de muitas pessoas em todo o mundo”, escrevem os responsáveis pelas cinco agências da ONU no prefácio do relatório.

Eles também advertem que estamos em uma “fase crítica”, mas colocamos novas esperanças em um renovado impulso diplomático. “Este ano temos uma oportunidade sem precedentes de realizar progressos na segurança alimentar e nutricional por meio da transformação dos sistemas alimentares, graças à Cúpula das Nações Unidas sobre Sistemas Alimentares, à Cúpula Nutrição para o Crescimento e à COP26 sobre mudanças climáticas”, que será realizada em breve. “O resultado desses eventos”, acrescentam, “continuará a moldar a segunda metade da Década de Ação das Nações Unidas sobre a Nutrição, um compromisso político global que ainda não atingiu sua velocidade de cruzeiro.

Os dados

 

Já em meados da década de 2010, a fome havia começado a aumentar, destruindo as esperanças de um declínio irreversível. A levantar preocupação foi, em 2020, o seu aumento repentino em termos absolutos e proporcionais, que superou o crescimento populacional: segundo estimativas, os subnutridos representavam cerca de 9,9% da população mundial no ano passado, contra 8,4% em 2019.

Mais da metade de todas as pessoas subnutridas (418 milhões) vivem na Ásia, mais de um terço (282 milhões) vivem na África e uma parcela menor (60 milhões) na América Latina e no Caribe. No entanto, a fome aumentou especialmente na África, onde a prevalência da desnutrição é estimada em mais de duas vezes a de qualquer outra região (21% da população).

2020 também foi um ano negativo no que tange a outros parâmetros. Mais de 2,3 bilhões de pessoas (o equivalente a 30% da população mundial) não tiveram acesso contínuo durante o ano a recursos alimentares adequados. Tal indicador, conhecido como “prevalência de insegurança alimentar moderada ou grave”, cresceu em apenas um ano tanto quanto nos cinco anos anteriores, considerados na sua totalidade. A desigualdade de gênero se acentuou: em 2020, a insegurança alimentar afetou 11 mulheres para cada 10 homens (um aumento em comparação com 10,6 em 2019).

A desnutrição em todas as suas formas não foi erradicada. Foram principalmente as crianças que pagaram por isso: de acordo com as estimativas, em 2020 havia mais de 149 milhões de crianças menores de cinco anos com atraso no crescimento (muito baixas em comparação com a idade, mais de 45 milhões de crianças debilitadas (muito magras para a altura) e cerca de 39 milhões com excesso de peso.

Até três bilhões de adultos e crianças não puderam ter acesso a uma dieta saudável, em grande parte devido aos custos excessivos. Cerca de um terço das mulheres em idade reprodutiva sofre de anemia. No total, apesar dos progressos realizados em alguns âmbitos (por exemplo, aumentou o número de recém-nascidos amamentados exclusivamente no peito), o mundo não está acompanhando o ritmo necessário para cumprir as metas estabelecidas para os diversos indicadores nutricionais até 2030.

Outras causas da fome e desnutrição

 

Em muitas regiões do mundo, a pandemia causou recessões devastadoras e prejudicou o acesso aos alimentos. No entanto, antes mesmo da pandemia, a fome já estava em aumento e se registravam poucos progressos no combate à desnutrição, especialmente em países em meio a conflitos, eventos climáticos extremos ou outras dificuldades econômicas, ou em meio a profundas desigualdades. O relatório inclui todos esses fatores entre as principais causas da insegurança alimentar, que interagem entre si.

Quanto às tendências atuais, o Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo calcula que o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2 (Fome Zero até 2030) não será alcançado por uma diferença de quase 660 milhões de pessoas; para cerca de 30 milhões delas, o motivo poderia estar ligado aos efeitos duradouros da pandemia.

O que ainda é possível fazer

Conforme descrito no relatório do ano passado, transformar os sistemas alimentares é essencial para alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e tornar uma dieta saudável acessível para todos. A edição deste ano dá um passo em frente ao delinear seis “caminhos de transformação” que, segundo os autores, baseiam-se em um “conjunto coerente de políticas e investimentos” para combater as causas da fome e da desnutrição.

Segundo o específico fator causal (ou da combinação específica de fatores causais) que cada país enfrenta, o relatório insta os formuladores de políticas a:

– Integrar políticas humanitárias, de desenvolvimento e de construção da paz em zonas de conflito, por exemplo, por meio de medidas de proteção social destinadas a evitar que as famílias sejam forçadas a vender seus poucos bens em troca de alimentos;

· Fortalecer a resiliência às mudanças climáticas nos sistemas alimentares, por exemplo, oferecendo aos pequenos agricultores amplo acesso a apólices de seguro contra riscos climáticos e financiamento baseado em previsões;

· Fortalecer a resiliência das pessoas mais vulneráveis ​​nas conjunturas econômicas adversas, por exemplo, por meio de programas de apoio em dinheiro ou em espécie com o objetivo de mitigar o impacto de choques como pandemias ou a volatilidade dos preços dos alimentos;

· Intervir ao longo das cadeias de abastecimento para reduzir o custo dos alimentos nutritivos, por exemplo, incentivando o cultivo de variedades bio-fortificadas ou facilitando o acesso dos produtores de frutas e vegetais aos mercados;

· Combater a pobreza e as desigualdades estruturais, por exemplo, relançando as cadeias de valor de alimentos em comunidades pobres por meio de transferências de tecnologia e programas de certificação;

Fortalecer “ambientes alimentares” e mudar o comportamento dos consumidores, por exemplo, eliminando ácidos graxos trans de origem industrial e reduzindo o teor de sal e açúcar na dieta, ou protegendo crianças e jovens do impacto negativo do marketing dos produtos alimentares.

Os autores do relatório também fazem votos de um “contexto propício de instituições e mecanismos de governança” que tornem possível a transformação. Eles exortam os responsáveis das políticas para realizarem amplas consultas, promoverem o empoderamento das mulheres e jovens e aumentarem a disponibilidade de dados e novas tecnologias. Mas, acima de tudo, alertam os autores, o mundo deve agir agora; caso contrário, as causas da fome e da desnutrição se repetirão com intensidade crescente nos próximos anos, mesmo muito depois de termos superado a crise da pandemia.

Com informações e foto: VaticanNews

sexta-feira, 14 de maio de 2021

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Solicitam dispensa dos 5 anos para início do processo de beatificação de Dom Henrique

Pouco após o falecimento de Dom Henrique Soares da Costa, vítima de Covid-19, milhares de pessoas pediram que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) solicite ao Vaticano a dispensa dos 5 anos para o início do processo de beatificação do Prelado.
O Bispo de Palmares (PE) morreu no último sábado, 18 de julho, e seu falecimento gerou grande comoção entre os fiéis que acompanhavam seu apostolado, sobretudo na internet. Diversas foram as mensagens de pesar, bem como de solidariedade aos familiares e à Diocese do Prelado.
Entre as iniciativas que surgiram logo após a divulgação da notícia de que Dom Henrique havia falecido está a petição lançada na plataforma CitizenGo com a “solicitação de dispensa para abertura do processo de beatificação de Dom Henrique Soares da Costa”.
“A Santa Igreja Católica no Brasil perdeu um dos maiores nomes do seu episcopado recente, Dom Henrique Soares da Costa. Vítima de COVID19 faleceu em odor de santidade! Os católicos de todos os rincões do Brasil e até mesmo do exterior ao saber de sua morte exclamam como na perda de São João Paulo II: Santo Subito!”, afirma o texto da petição, que já conta com cerca de 41.560 assinaturas.
Nesse sentido, indica, “solicitamos ao Regional Nordeste II da CNBB e do Conselho Permanente desta instituição que solicitem ao Santo Padre, o Papa Francisco, a dispensa dos 05 anos para apresentação do libelo de demanda (supplex libellus) isto é, a petição escrita, com a qual pede o início da causa de beatificação”.
“Nós, Igreja do Brasil, suplicamos aos nossos pastores que olhem para a súplica dos fiéis e que solicitem ao Vigário de Cristo a abertura do processo de beatificação, e que Dom Henrique do Céu e honrado em nossos altares seja o grande intercessor diante de Deus por todos os acometidos por este vírus e por todos aqueles que amam a Igreja de Cristo”, completa.
Pai e Pastor
Dom Henrique Soares da Costa tinha 57 anos, é natural de Penedo (AL) e foi ordenado sacerdote para a Arquidiocese de Maceió em 15 de agosto de 1992. Em 2009, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracaju (SE) e, em 2014, o Papa Francisco o nomeou Bispo da Diocese de Palmares (PE).
“Nestes seis anos conduzindo o Povo de Deus da Diocese de Palmares, Dom Henrique sempre esteve junto ao seu clero sendo como ele mesmo afirmava: ‘Pai e Pastor’”, afirma nota da Diocese de Palmares.
O Prelado desenvolvia um apostolado por meio da internet, com reflexões, meditações, formação, alcançando milhares de pessoas em todo o Brasil e no mundo.
Durante homilia no último domingo, ao recordar o Prelado, de quem era amigo, Pe. Paulo Ricardo assinalou como o falecimento de Dom Henrique comoveu muitas pessoas, citando uma frase que foi dita por um sacerdote que não conheceu o Bispo pessoalmente, o qual afirmou: “Eu me sinto órfão, arrancaram-me um pai”.
“Ao dizer isso, penso que estou dizendo o sentimento de muitos no Brasil, porque Dom Henrique tinha um frutuoso, fecundo apostolado na internet. Ele tinha essa vocação também de escritor”, assinalou o sacerdote.
Para assinar a solicitação de dispensa para abertura do processo de beatificação de Dom Henrique Soares da Costa, acesse AQUI.
Fonte:Acidigital 

domingo, 28 de junho de 2020

Papa Francisco: "O amor a Jesus exige um amor pelos pais e pelos filhos"




O Papa Francisco afirmou que os interesses familiares ou pessoais não podem ser colocados na frente dos interesses do bem comum, ao mesmo tempo em que recorda que "o verdadeiro amor a Jesus exige um amor verdadeiro pelos pais, pelos filhos ".

O Pontífice realizou esse ensinamento no domingo, 28 de junho, durante a oração do Ângelus na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Francisco explicou que o Evangelho deste domingo, de São Mateus, "expressa fortemente o convite a viver plenamente e sem hesitação a nossa adesão ao Senhor".

Na narração evangélica, "Jesus pede aos seus discípulos que levem a sério as exigências do Evangelho, mesmo quando isto requer sacrifício e esforço”, explicou o Pontífice.

“O primeiro pedido exigente que Ele faz àqueles que O seguem é que coloquem o amor a Ele acima dos afetos familiares. Ele diz: ‘Quem ama o pai ou a mãe, [...] o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim’”, são palavras que podem ser duras, mas o Papa explicou seu significado.

Ele assinalou que "Jesus não pretende certamente subestimar o amor pelos pais e filhos, mas sabe que os laços de parentesco, se forem postos em primeiro lugar, podem desviar-se do verdadeiro bem".

 

"Vemos algumas corrupções nos governos. Elas ocorrem porque o amor pelo parentesco é maior que o amor pela pátria e eles colocam os parentes no comando".

“Todos nós poderíamos dar muitos exemplos a este respeito. Sem mencionar as situações em que os afetos familiares se misturam com escolhas opostas ao Evangelho", assegurou.

Quando, pelo contrário, "o amor pelos pais e filhos é animado e purificado pelo amor ao Senhor, então torna-se plenamente fecundo e produz frutos de bem na própria família e muito para além dela".

“Nesse sentido, Jesus diz essa frase. Recordamos como Jesus repreende os doutores da lei que fazem com que os pais não tenham o necessário com a pretensão de entregá-lo ao altar, de entregá-lo à Igreja. Ele os repreende! O verdadeiro amor a Jesus exige um amor verdadeiro pelos pais, pelos filhos, mas primeiro buscamos o interesse familiar, isso sempre leva a um caminho errado”.

Depois, na leitura do Evangelho, Jesus diz a seus discípulos que "quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim".

O Papa Francisco destacou que, com esta frase, Jesus convida “a segui-lo pelo caminho que ele próprio percorreu, sem procurar atalhos. Não há amor verdadeiro sem cruz, ou seja, sem um preço a pagar pessoalmente. Que o digam muitas mães, muitos pais que se sacrificam muito pelo filho e carregam verdadeiros sacrifícios, cruzes, mas porque amam”.

"Carregada com Jesus, a cruz não é assustadora, porque Ele está sempre ao nosso lado para nos apoiar na hora da provação mais dura, para nos dar força e coragem. Também não é necessário preocupar-se por preservar a própria vida, com uma atitude temerosa e egoísta".

O Papa comentou uma terceira frase de Jesus: “Quem procura conservar a própria vida, vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, a encontrará”.

"Este é o paradoxo do Evangelho", explicou. “Mas temos, graças a Deus, também muitos exemplos como este. vemos isso hoje nesses dias. Quantas pessoas, quantas pessoas, estão carregando cruzes para ajudar os outros, se sacrificam para ajudar os que precisam nesta pandemia".

“Mas, sempre com Jesus, é possível fazer. A plenitude da vida e da alegria é encontrada através da doação de si mesmo pelo Evangelho e pelos irmãos, com abertura, aceitação e benevolência”.

Dessa maneira, “podemos experimentar a generosidade e gratidão de Deus. Jesus nos lembra disso: ‘Quem recebe a vocês, recebe a mim [...]. Quem der ainda que seja apenas um copo de água fria a um desses pequeninos [...] não perderá a sua recompensa'".

“A gratidão generosa de Deus Pai leva em consideração até o menor gesto de amor e serviço prestado aos irmãos. Nesses dias, ouvi um sacerdote que ficou comovido porque uma criança se aproximou dele na paróquia e disse: “Padre, estas são as minhas economias; pouca coisa. É para os seus pobres, para aqueles que precisam hoje por causa da pandemia”. Coisa pequena, mas uma coisa grande”.

"É uma gratidão contagiosa, que ajuda cada um de nós a sentir gratidão por aqueles que se preocupam com as nossas necessidades".

Por esse motivo, convidou a que “quando alguém nos oferece um serviço, não devemos pensar que tudo nos é devido. Não. Muitos serviços são feitos gratuitamente. Pensem no voluntariado, que é uma das maiores coisas que a sociedade italiana tem. Os voluntários! Quantos deles perderam a vida nessa pandemia. Isso é feito por amor, simplesmente para o serviço”.

“A gratidão, o reconhecimento, é antes de tudo um sinal de boa educação, mas é também um distintivo do cristão. É um sinal simples mas genuíno do reino de Deus, que é o reino do amor gratuito e reconhecido", concluiu o Papa Francisco.

Acidigital

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Dom Orani enviará em junho protocolo para reabertura das igrejas no Rio


No mês de junho, as paróquias do Rio de Janeiro devem receber as regras sanitárias para a reabertura dos templos religiosos. A notícia foi dada nesta terça-feira, 26, após a reunião do arcebispo do Rio, Cardeal Dom Orani João Tempesta, com os bispos auxiliares e vigários episcopais. Apesar da previsão de retorno estar mais próxima, a reabertura das igrejas e o retorno das missas presenciais ainda não tem data marcada para acontecer.
“Tivemos a oportunidade de dar encaminhamento aos protocolos que já temos trabalhado há algumas semanas, sobre tudo o que será necessário para o retorno às celebrações presenciais nas paróquias. Quando chegar o momento e a pandemia tomar outro rumo poderemos voltar”, disse o cardeal.
Os fiéis aguardavam com atenção o posicionamento da arquidiocese em função do decreto do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, oficializando a abertura e o “funcionamento de templos religiosos de qualquer natureza, durante a pandemia decorrente do novo coronavirus - COVID - 19”. Publicado em Diário Oficial nesta segunda-feira, 25, o Decreto no 47461, considera “que as organizações religiosas têm sofrido interferências e embaraços indevidos em seu funcionamento, praticados por ações equivocadas de agentes públicos”.
O decreto municipal garante o funcionamento de templos religiosos de qualquer natureza, para realização de cultos, sendo observadas as já conhecidas prescrições sanitárias para evitar o contágio. Entre as medidas, estão: uso de máscara facial, disponibilização de álcool gel 70% e distanciamento mínimo de dois metros entre os presentes. Continua não indicada a participação presencial das pessoas que fazem parte do grupo de risco.
Segundo Dom Orani, durante a reunião, foram relatadas as experiências de pessoas que se capacitaram para a higienização das igrejas.
“O texto de orientação para toda a arquidiocese será finalizado e enviado às paróquias para que se preparem: capacitando as pessoas, treinando e adquirindo o material necessário para a higienização. Estamos trabalhando para um retorno possível, mas enquanto isso não acontece, manteremos tudo como está. Por enquanto, levemos adiante a caminhada como temos feito até agora”, afirmou o arcebispo do Rio.
acidigital