quinta-feira, 28 de julho de 2011
Cardeal Cañizares: É recomendável comungar na boca e de joelhos
Bento XVI nomeia dois novos bispos para o Brasil
Segundo informou a CNBB, o novo bispo de Petrolina, Dom Manoel dos Reis de Farias, nasceu no dia 23 de abril de 1946, em Orobó (PE). Foi ordenado padre em 6 de janeiro de 1983. Em agosto de 2001, foi nomeado bispo da diocese de Patos e recebeu a ordenação episcopal no dia 10 de novembro do mesmo ano.
Dom Manoel tem uma especialização em Direito Canônico e seu lema episcopal é “Servir na unidade”. Ele sucede a Dom Paulo Cardoso da Silva, de 76 anos, que teve seu pedido de renúncia aceito pelo papa, por atingir o limite de idade de 75 anos estabelecido pelo Código de Direito Canônico.
O Mons. Gilson de Andrade nasceu no Rio de Janeiro, no dia 11 de setembro de 1966 e foi ordenado sacerdote no dia 4 de agosto de 1991. Cursou filosofia no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Amor Divino, em Petrópolis, e teologia na Universidade de Navarra, na Espanha, tendo sido aluno do Colégio Eclesiástico Internacional Bidasoa (em Pamplona, Espanha).
Com mestrado em teologia pela Pontifícia Universidade della Santa Croce, em Roma, mons. Gilson foi vice-reitor do Seminário Nossa Senhora do Divino Amor, de Petrópolis; vigário paroquial da paróquia Sant’Ana e São Joaquim, em Petrópolis; professor no Seminário e na Universidade Católica de Petrópolis; diretor do Instituto de Teologia, Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Católica de Petrópolis, informou também a CNBB.
Atualmente, mons. Gilson é reitor do Seminário, membro do Conselho Pastoral Diocesano, coordenador diocesano da Pastoral da Juventude e presidente da Associação Mantenedora das Faculdades Católicas Petropolitanas (UCP).
Segundo a assessoria de comunicação da arquidiocese de Salvador, mons. Gilson será ordenado bispo no dia 24 de setembro, às 10h, na catedral de Petrópolis e chegará a Salvador no dia 8 de outubro.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Catedral de Campina Grande lança 1o Mutirão de Comunicação

“Comunicação e evangelização na era digital”, é o tema do 1o Mutirão de Comunicação, lançado em Celebração Eucarística, na noite deste sábado, 23 de julho, na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição, por Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes.
O Mutirão que se realizará nos dias 9 e 10 de setembro, é uma realização da Catedral por meio da sua Pastoral da Comunicação (Pascom). Informa a coordenação formada por Pe. Márcio, pároco da Catedral, e Aurea Ramos Araujo, coordenadora da Pascom.
O evento, pioneiro na paróquia, objetiva contribuir com a qualificação dos agentes de pastoral (pascom, liturgia, canto, acólitos, ministros extraordinários da comunhão, outras pastorais, serviços e movimentos), para o exercício efetivo e eficaz da comunicação na Igreja”.
A Igreja, de acordo com o Decreto Conciliar Inter mirifica, 1963, entende comunicação enquanto meios e processos segundo a missão de Cristo, o verdadeiro Comunicador da vida de Deus. Sem a vivência concreta das propostas de Jesus Cristo, a Igreja não acontece, não se faz. Portanto, a Missão da Igreja é comunicação, proximidade de Deus com as pessoas, das pessoas com Deus e das pessoas entre si. Daí a importância do Mutirão, segundo a coordenação.
O Evento, aberto para agentes de pastoral de outras paróquias, profissionais e estudantes de Comunicação Social, na sua programação, contempla a realização de uma palestra de abertura, no dia 9, às 19h30, a ser proferida pelo Jornalista Rodrigo Apolinário e, no dia 10, pela manhã, diversas oficinas. Enquanto que na tarde do mesmo dia haverá um seminário com o tema “Comunicação e redes sociais”, a cargo da Jornalista Silvana Torquato Fernandes.
As inscrições custam R$ 30,00 e devem ser feitas durante a semana, de terça à sexta, no turno da tarde, e aos sábados, após a Missa da Juventude, a partir da primeira semana de agosto, na secretaria da paróquia.
Outras informações brevemente no www.catedralcg.org.br e 83 33213140
PascomCatedralsábado, 23 de julho de 2011
RIO DE JANEIRO: COMUNICAÇÃO COMO PROCESSO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
Rio de Janeiro, 20 jul (RV) – Prosseguem os trabalhos do 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, que se realiza na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC – Rio). O tema sobre o qual mais de 800 comunicadores dedicam sua reflexão e aprofundamento è “Comunicação e Vida: Diversidade e Mobilidades”. Os trabalhos desta quarta-feira se centralizam sobre o tema “Comunicação como processo de valorização da vida”, a comunicação como centro da vida humana. Temos a presença nos vários painéis conferencistas, entre os quais o Reitor da Pontifíca Universidade Católica do Rio de Janeiro, Padre Josafá Carlos de Siqueira e a professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio, Maria Clara Bingemer. Temos ainda no dia de hoje a exibição do filme Serras da desordem, de Andrea Tonacci, Prêmio Margarida de Prata da CNBB de 2008. Na manhã de ontem um dos dos integrantes do painel “Documentário, vida cotidiana e ficção” foi o jornalista Marcelo Canellas, da Rede Globo, que na sua exposição disse que o jornalismo e a ficção são dois mundos diferentes “porque tratam a realidade de modo diferente”. Para definir o jornalismo, ele recorreu a Adelmo Genro Filho. “Jornalismo é uma forma especifica de conhecimento da realidade objetiva”, disse. Baseado no mesmo autor, fez a distinção entre ciência, arte e jornalismo. Para ele, ciência é forma de conhecimento cristalizada no universal; a arte, no particular e jornalismo no singular. Canellas apresentou ainda uma reportagem sobre a fome feita por ele há dez anos para o Jornal Nacional, da Rede Globo. Contou todo o processo desde a aprovação da pauta até a produção da matéria. Um dos personagens da matéria morreu 15 dias depois de veiculada a notícia. Segundo testemunhou, Canellas aprendeu com a matéria que jornalismo não tem poder de mudar a realidade. Nós conversamos com Marcelo Canellas. (Marcelo) Já o diretor acadêmico do Muticom, professor Miguel Pereira, substituiu o cineasta Cacá Diegues, esperado para o painel e que teve sua ausência justificada. Ele destacou a importância de cada pessoa no processo de comunicação. “Cada ação nossa não é inútil para o outro; ela tem sentido para o mundo e isso é importante para começar a pensar no processo da comunicação e pensar o que é realidade e o que é ficção”, disse. Para o professor a comunicação de cada um deve ser para fora e as pessoas devem ser sempre aprendizes. “A atitude correta nossa é de sermos aprendizes eternos. Temos que recriar e reencantar o mundo com nossa mensagem”. Eis o que nos disse o Prof. Miguel Pereira. (Prof. Miguel) Ainda no painel “Documentário, ficção e vida cotidiana”, a professora da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), pesquisadora e doutora em educação visual, Moira Toledo afirmou que “a percepção da sociedade é que os jovens devam ser educados para a mídia, pois os jovens são catalisadores da mudança social brasileira. Se utilizarmos a educação audiovisual para melhorar a educação do país, teremos uma sociedade melhor, mais crítica e voltada ao social”. Moira falou sobre a qualidade de ensino com a utilização de recursos audiovisuais e a mudança de comportamento das crianças que se utilizam desse artifício. Ainda na tarde de segunda-feira tivemos a apresenteação da mídia católica brasileira. De fato diretores e representantes de rádios, TVs e meios de comunicação de inspiração católica do Brasil, Portugall e Vaticano deram a sua contribuição falando do papel e dos desafios desses meios na evangelização de hoje. Nós pudemos contar um pouco da trajetória da Rádio Vaticano ao longo dos seus 80 anos e dos 53 anos de Programa Brasileiro. Os mais de 800 participantes do Muticom estão seguindo todas as tardes oficinas técnicas e trabalhos em grupos: entre os tems de hoje estão Rádio Comunitária, Comunicação eletrônica, e locução e voz. As atividades de hoje se concluem com a entrega dos Prêmios de Comunicação da CNBB. Do Rio de Janeiro, para a Rádio Vaticano, Silvonei José. |
