terça-feira, 23 de julho de 2019

Hoje é celebrada Santa Brígida, padroeira da Europa

Neste dia 23 de julho, recorda-se Santa Brígida, padroeira da Suécia, fundadora da Ordem do Santíssimo Salvador, mãe de Santa Catarina da Suécia e proclamada por São João Paulo II como padroeira da Europa.

A esta santa mística, o Senhor revelou algumas orações com grandes promessas para a conversão e salvação das almas.
O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI assinalou em 2010, ao falar desta santa, que sua vida mostra o papel e a dignidade da mulher na Igreja e que se caracterizava sempre por sua “atitude de respeito e de fidelidade integral ao Magistério da Igreja, de modo particular ao Sucessor do Apóstolo Pedro”.
Santa Brígida nasceu na Suécia em 1302 e faleceu em Roma (Itália), aos 70 anos, em 23 de julho de 1373, sendo canonizada 18 anos após sua morte.
 
Esposa e mãe de oito filhos, ao ficar viúva decidiu renunciar a um segundo matrimônio e dedicar-se à oração, à penitência e às obras de caridade. Vendeu o que tinha e ingressou sem a consagração religiosa no mosteiro cisterciense de Alvastra, em seu país natal.
Em suas experiências místicas, recebeu da Santíssima Virgem Maria a devoção diária às Sete Dores, que consiste em rezar sete Ave Marias diariamente meditando as lágrimas e as dores da Mãe de Deus, com a promessa de que quem as fizer, a Virgem concederá paz, dará o que pedem, sempre e quando não for contrário à vontade de Deus, defenderá as almas no combate espiritual, entre outras promessas.
Por sua parte, o Senhor lhe revelou quinze orações que se rezam por um ano acompanhadas também de grandes promessas, assim como as orações por doze anos. Na igreja de São Paulo, em Roma, encontra-se acima do sacrário, na Capela do Santíssimo Sacramento, o Crucifixo Milagroso
 
esculpido por Pierre Cavallini, diante do qual a santa recebeu as orações ajoelhada.
Fonte:Acidigital

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Papa Francisco recorda a chegada do homem à lua

No dia 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin pisaram na Lua, evento que completou 50 anos no último sábado.
O Papa Francisco quis recordar este acontecimento no domingo, 21 de julho, ao concluir a oração do Ângelus: "Cinquenta anos atrás, como ontem, o homem pôs os pés na lua, realizando um sonho extraordinário. Que a recordação desse grande passo para a humanidade possa acender o desejo de progredir juntos em direção a metas ainda maiores: mais dignidade para os vulneráveis, mais justiça entre os povos, e mais futuro para a nossa Casa comum".
A chegada à lua foi acompanhada com grande atenção do Vaticano. O Papa Paulo VI dirigiu algumas palavras aos astronautas da missão Apollo 11, da qual, além de Armstrong e Aldrin, também fazia parte o astronauta Michael Collins que não chegou a pisar no satélite.
Em sua mensagem, São Paulo VI disse: "Estamos perto de vocês com nossos desejos e nossas orações. O Papa Paulo VI os saúda com toda a Igreja".
Como o irmão jesuíta e diretor do Observatório do Vaticano, Guy Consolmagno, recorda em um recente artigo publicado no L'Osservatore Romano, naquele dia o Papa "deu uma olhada na Lua através de um dos telescópios e, em seguida, às 22h17, hora de Roma, viu os astronautas aterrissarem e ouviu a famosa frase ‘A águia aterrissou’, depois da qual se uniu a outros líderes mundiais para conversar com os astronautas".



sábado, 20 de julho de 2019

Pastoral da Comunicação é uma pastoral de serviço e comunhão

 
O coordenador nacional da Pastoral da Comunicação da CNBB, Marcus Tullius, e a secretária nacional da Pascom, Patrícia Luz, foram formadores de uma das seis trilhas de comunicação que movimentou o segundo dia do Muticom, com tema “Pastoral da Comunicação – Método de Implantação”.
Os palestrantes apresentaram passos para a implantação e o bom êxito da Pascom e disseram que essa criação não se resume no fazer, mas que o fazer é só um dos quatro eixos. “A Pascom desenvolve-se em quatro eixos: a formação, a articulação, a produção e a espiritualidade”, informaram.
O coordenador Marcus Tullius explicou que “todos os agentes da Pascom são discípulos e missionários da comunhão. A Pascom não é uma pastoral que se encerra em suas próprias atividades, ela é uma pastoral de serviço, que auxilia as outras pastorais no seu serviço de evangelização”.
Por fim, eles deram os quatro passos de implantação da Pascom. O primeiro é conhecer a realidade como um todo, mas  particularmente no que tange à comunicação; sensibilizar as pastorais, movimentos e comunidades da necessidade da Pascom para a ação evangelizadora da Igreja; formar os agentes da Pascom, segundo suas peculiaridades para potencializar a comunicação; e manter os trabalhos de formação, articulação, produção e espiritualidade, com base num Projeto de Comunicação. Marcus Tullius e Patrícia Luz explicaram ainda que a Pascom “ganha sentido quando contribui com as demais pastorais”.
Texto: Marcos Paulo Mota, Acadêmico de Jornalismo da PUC Goiás | Fotos: Rudger Remigio 

Fonte: muticom.com.br

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Anunciada data de beatificação do brasileiro Pe. Donizetti

A Diocese de São João da Boa Vista (SP) anunciou na manhã desta sexta-feira, 19 de julho, que o Papa Francisco autorizou a data de beatificação do brasileiro Padre Donizetti Tavares de Lima, que acontecerá no dia 23 de novembro de 2019.

“Comunicamos que o Santo Padre autorizou que a celebração do rito de beatificação do Venerável Servo de Deus Padre Donizetti Tavares de Lima, sacerdote diocesano (1882-1961), será realizada na cidade de Tambaú (SP), na Diocese de São João da Boa Vista (SP), dia 23 De novembro, às 9h”, afirma comunicado publicado no site da Diocese.

Informa ainda que “na celebração, teremos a honra da presença do Eminentíssimo Cardeal Giovanni Angelo Becciu, Prefeito da Congregação da Causa dos Santos, que representará o Santo Padre”.

No último dia 6 de abril, o Papa Francisco assinou o decreto que reconhece o milagre pela intercessão de Pe. Donizetti, o que foi divulgado pela Santa Sé em 8 de abril.


O milagre reconhecido pela Santa Sé foi alcançado pelo menino Bruno Henrique Arruda de Oliveira, que nasceu em 2006 com uma deformidade conhecida como “pé torto congênito bilateral”, uma anormalidade de difícil tratamento.   Após a oração de sua mãe pedindo a intercessão de Pe. Donizetti, a criança ficou curada.

Breve biografia

Padre Donizetti Tavares de Lima nasceu na cidade de Cássia (MG), filho do advogado Tristão Tavares de Lima e da professora Francisca Cândida Tavares de Lima. Aos 4 anos, mudou-se para a cidade de Franca (SP).

Ingressou no seminário diocesano aos 12 anos e, três anos mais tarde, cursou o colégio em Sorocaba (SP), mas depois voltou para o Seminário. Estudou Direito e depois Filosofia e Teologia para se preparar para o sacerdócio.

Recebeu a ordem sacerdotal em 12 de julho de 1908 e foi incardinado na Diocese de Pouso Alegre (MG), onde realizou seu trabalho pastoral na paróquia de São Caetano.

Mais tarde foi para a Diocese de Campinas (SP) e foi vigário da Paróquia
Santa Mãe de Deus, em Jaguariúna (SP). Em 1909, foi nomeado pároco de Sant´Ana, em Vargem Grande do Sul, pertencente à Diocese de Ribeirão Preto (SP). Como pároco, destacou-se pelo intenso trabalho pastoral, ensinando o evangelho junto com uma forte dimensão social.
Assim, destacou-se pela defesa dos pobres e dos trabalhadores vítimas da exploração do trabalho. Por essa razão, recebeu uma injusta e falsa acusação de ser simpatizante do comunismo. Pelo contrário, sua missão estava profundamente enraizada no Evangelho e dizia que se inspirava em Nossa Senhora Aparecida para realizar seu trabalho pastoral.
Deste modo, construiu a igreja paroquial e duas capelas dedicadas a Nossa Senhora Aparecida e a São Benedito. Em 1926, foi nomeado pároco de Santo Antônio em Tambaú (SP).
 
Além disso, outra característica de seu trabalho evangelizador foi o compromisso de ensinar a religião verdadeira, afastada da idolatria e do sincretismo religioso que afetavam a sua comunidade que vivia uma religiosidade popular afastada do Evangelho.
Fonte: Acidigital

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Sabe como se vestir para ir à Missa? Este Bispo explica

 
Em seu artigo intitulado “Vestir-se para a Igreja e dar honra e glória a Deus”, o Bispo de Paterson (Estados Unidos), Dom Arthur Serratelli, explicou a importância de usar a roupa adequada para ir à Missa.
Em um mundo em que cada vez mais predomina o “casual”, existe um grupo de pessoas que vão à Missa “que se vestem com o melhor que têm aos domingos para a Igreja”, ressaltou o Bispo em sua coluna publicada em 2018 em CNA, agência em inglês do Grupo ACI.
“Muitos afro-americanos que vão à Igreja aos domingos se distinguem por se vestir bem para a ocasião. Sua longa tradição de honrar o Senhor com a forma como aparecem diante dele para lhe dar culto não se rompeu diante da onda da roupa casual. Talvez, exista em seu exemplo uma lição necessária!”.
Dom Serratelli destacou que “a roupa de praia, as sandálias, as camisetas sem mangas (e a lista segue) simplesmente não são roupas adequadas para estar na presença do Senhor”.
“Ninguém estaria diante da Rainha da Inglaterra a menos que esteja vestido adequadamente. Quando mais diante do Senhor do céu e da Terra! Provavelmente aqui é onde está o desafio”, prosseguiu.
O Prelado recordou ainda que muitas coisas não verbais nas pessoas comunicam algo “e isso também faz a roupa”, que nestes tempos “se tornou algo muito significativo”.
“O tipo de roupa diz aos outros algo sobre nós”, como o uniforme que distingue as enfermeiras do pessoal da limpeza de um hospital, continuou o Bispo.
“As próprias cores que escolhemos também significam algo. O preto fala da formalidade, elegância e autoridade. O vermelho é energia, paixão, velocidade e força. O verde mostra juventude e vigor; enquanto o branco denota inocência e limpeza. O amarelo e o laranja simbolizam alegria, otimismo e a esperança”.
Após ressaltar que a roupa também distingue ocasiões, o Bispo explicou que, desde a década de 1960, os norte-americanos optaram por ser cada vez mais “casuais em código de vestimenta” e vive-se em uma época em que o prático e o cômodo são o que parece mais importar às pessoas.
Em seguida, o Bispo de Paterson questionou se na forma de vestir para a Missa, “por acaso se perdeu o sentido da transcendência de Deus? Embora muitos já não creiam em Deus, os que vão à igreja esqueceram quem Ele é?”.
“Concentramo-nos mais em nós mesmos, em nossa comunidade, do que em nosso Deus e o respeito que lhe devemos quando estamos em sua presença para adorá-lo?”, questionou o Prelado.



 Fonte:Acidigital